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	<title>Arquivos Centro de Pesquisa - Terra Luminous</title>
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	<title>Arquivos Centro de Pesquisa - Terra Luminous</title>
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		<title>Gavião-pombo-pequeno é avistado no Terra Luminous!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2024 20:26:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ave rara é encontrada apenas em áreas altamente preservadas de Mata Atlântica</p>
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									<h3 style="text-align: center;" data-pm-slice="1 1 []">Gavião-pombo-pequeno é avistado no Terra Luminous!</h3><h4><em>Ave rara é encontrada apenas em áreas altamente preservadas de Mata Atlântica</em></h4><p>O Amadonastur lacernulatus, conhecido popularmente como gavião-pombo-pequeno, é uma ave de beleza singular, com uma plumagem bicolor em tons de branco e preto. É uma caçadora muito eficiente, que se alimenta principalmente de invertebrados e pequenos mamíferos. O avistamento da espécie é raro: apesar de sua distribuição geográfica se estender da Bahia a Santa Catarina, ela é muito dependente de florestas primárias e pouco modificadas – o alto índice de fragmentação e desmatamento faz com ela se enquadre na categoria “vulnerável” em relação ao risco de extinção. Por isso é tão fascinante encontrar o gavião-pombo-pequeno no território do Terra Luminous, evidenciando a importância do local para a manutenção da biodiversidade regional.</p><p style="text-align: right;"><em>Texto por Felipe Maschio e Sandro Paulino de Faria, biólogos</em></p><h6 style="text-align: center;"><span style="color: #008000;"><strong>Acesse abaixo o vídeo do achado, captado por uma das nossas 12 câmeras trap.</strong></span></h6>								</div>
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		<title>Curso de monitoramento ambiental reúne novos biólogos na Mata Atlântica</title>
		<link>https://terraluminous.eco.br/curso-cpmama/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Rothen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 19:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu aqui]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em fevereiro/24 aconteceu o I Curso de Monitoramento de Fauna e Licenciamento Ambiental, oferecido de forma gratuita pelo Terra Luminous (ITL) com patrocínio do Conselho Regional de Biologia (CRBio-01). Foi uma imersão inesquecível na Mata Atlântica para os 30 participantes, entre estudantes e biólogos  recém-formados selecionados entre mais de 200 inscritos. Eles puderam conhecer de [&#8230;]</p>
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									<p></p>
<p>Em fevereiro/24 aconteceu o I Curso de Monitoramento de Fauna e Licenciamento Ambiental, oferecido de forma gratuita pelo Terra Luminous (ITL) com patrocínio do Conselho Regional de Biologia (CRBio-01).</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Foi uma imersão inesquecível na Mata Atlântica para os 30 participantes, entre estudantes e biólogos  recém-formados selecionados entre mais de 200 inscritos. Eles puderam conhecer de perto toda a biodiversidade desse bioma e aprender &#8211; na sala de aula e na floresta &#8211; técnicas e metodologias  usadas no monitoramento da fauna, além das tendências e perspectivas relacionadas ao nosso capital natural, a biodiversidade.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Para o Instituto Terra Luminous, o curso confirmou a vocação desse território como um laboratório a céu aberto para pesquisas e parcerias com universidades brasileiras e estrangeiras, em um dos biomas mais biodiversos e ameaçados do planeta.</p>
<p></p>
<p></p>
<p><strong>Novas espécies &#8211; </strong>O monitoramento de fauna que o ITL realiza periodicamente conseguiu registrar um número surpreendente de novas espécies, graças à atenta dedicação dos alunos, ávidos por explorar e identificar toda a riqueza de vida na floresta.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>A área cuidada pelo Terra Luminous registra agora mais de 200 espécies de aves, incluindo algumas espécies ameaçadas de extinção, e mais de 30 representantes da herpetofauna (répteis e anfíbios) &#8211; alguns deles muito raros, como um sapinho que vive sob a cobertura vegetal do solo e apenas é encontrado em florestas muito bem conservadas.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Também foram registradas pela primeira vez novas espécies de serpentes, e nossas armadilhas fotográficas (&#8220;câmeras-trap&#8221;) registraram a visita de dois gatos-do-mato e de um casal de antas, uma excelente notícia um ano depois do último flagrante dessa espécie.</p>
<p></p>
<p></p>
<p><strong>Diversidade &#8211; </strong>&#8220;O processo seletivo para este curso inédito conseguiu reunir um time muito técnico de jovens com perfis bastante diversos de condição socioeconômica e identidade de gênero, oferecendo a este público a possibilidade de acessar conteúdos e metodologias não aprendidos na universidade, e que serão ferramentas preciosas para qualificar seus serviços&#8221;, explica Sandro de Faria, coordenador científico do curso.  </p>
<p></p>
<p></p>
<p>O curso também levantou tendências e perspectivas do mercado para o trabalho de biólogos em um cenário  de aquecimento global e mudanças climáticas. &#8220;Ele traz conteúdos que a gente não tem na graduação de uma forma aprofundada e leve&#8221;, relata o estudante Renan Nogueira. </p>
<p></p>
<p></p>
<p>Já o biólogo Eduardo Cerqueira, pós-graduando Ecologia e Conservação na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul &#8211; UFMS, acentuou a importância da vivência tanto para sua atuação como profissional. &#8220;O curso proporciona uma visão de que não somos destacados da natureza, mas fazemos parte dela. É importante ter esse tipo de compreensão para atuar como cientistas. Não dominando a natureza, mas nos vendo como integrantes dela&#8221;. </p>
<p> </p>
<p></p>
<p></p>
<p><strong>Segunda edição &#8211; </strong>O sucesso do curso foi tamanho que o Instituto Terra Luminous e seu Centro de Pesquisa, o CPMAMA, já iniciaram o desenho da segunda edição, que acontecerá no segundo semestre de 2024. Caso tenha interesse em receber mais informações, acesse esse <a href="https://eco.us17.list-manage.com/subscribe?u=956dc1032a0473dc7925b6aaa&amp;id=4082862aa0">link</a>. </p>
<p><strong><a href="https://terraluminous.eco.br/socioambiental/ii-curso-de-monitoramento-de-fauna-e-licenciamento-ambiental/">Saiba mais clicando aqui</a></strong></p>
<p></p>
<p></p>
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<p></p>								</div>
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									<p style="text-align: center;">No vídeo a seguir, aprecie um pouco do curso de fevereiro.</p>								</div>
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		<title>Especialista em fungos visita o Luminous</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Rothen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 19:53:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu aqui]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Experiências na Floresta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Terra Luminous (ITL) recebeu no final de janeiro a visita da Mariana Drewinsky, doutora em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente. Mariana conduziu caminhadas e dinâmicas de identificação de cogumelos para adultos e crianças participantes do nosso retiro de Banho de Floresta. A parceria do Luminous com Mariana começou em 2021, por meio de [&#8230;]</p>
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<p>O Instituto Terra Luminous (ITL) recebeu no final de janeiro a visita da <a href="http://www.instagram.com/maridrewinski">Mariana Drewinsky</a>, doutora em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente. Mariana conduziu caminhadas e dinâmicas de identificação de cogumelos para adultos e crianças participantes do nosso retiro de Banho de Floresta.</p>

<p>A parceria do Luminous com Mariana começou em 2021, por meio de um acordo de cooperação firmado entre o ITL e o Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA) do Estado de São Paulo, para pesquisas sobre fungos da Mata Atlântica, coordenada pelo nosso centro de pesquisas, o CPMAMA.</p>

<p>O retiro de Banho de Floresta aplicou na prática vivências que reúnem duas áreas de pesquisa do Terra Luminous: os fungos comestíveis da Mata Atlântica e a florestaterapia.</p>
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		<title>10 motivos pra apoiar o Instituto Terra Luminous</title>
		<link>https://terraluminous.eco.br/10-razoes-pra-apoiar-o-instituto-terra-luminous/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Rothen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 19:44:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Ecovila]]></category>
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		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo apoio é fundamental para impulsionar a missão do Instituto Terra Luminous de preservar a Mata Atlântica, um bioma importante para a regulação climática e casa de mais de 70% da população brasileira</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="17677" class="elementor elementor-17677" data-elementor-settings="{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}" data-elementor-post-type="post">
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									<figure class="wp-block-image size-large"></figure><h3 class="wp-block-heading">1) Fomentar a Cultura Regenerativa</h3><p>Nossa Ecovila integra desde 2015 uma comunidade de pessoas que compartilha valores e aprendizados em conexão com a natureza. Somos apaixonados pelas tecnologias sociais que criam novos códigos relacionais e culturais. Recebemos visitas do mundo inteiro que querem conhecer o sistema sociocrático de autogestão implantado desde o início e as práticas de cuidado com as relações e transformação de conflitos baseados na CNV (Comunicação Não-Violenta) e Fórum de Zegg.</p><h3 class="wp-block-heading">2) Preservar a Mata Atlântica</h3><p><a href="https://terraluminous.eco.br/acao-socioambiental/#conteudo">Nos situamos na bacia hidrográfica com maior disponibilidade hídrica</a> do estado de São Paulo, em plena Zona de Amortecimento do Parque Estadual Serra do Mar. Cuidamos de mais de 3 milhões de m² de florestas, sendo 80% com vegetação em estágios médio e avançado de preservação, e integramos simultaneamente duas importantes reservas: a da Biosfera da UNESCO (Cinturão Verde de São Paulo) e a Grande Reserva Mata Atlântica.</p><h3 class="wp-block-heading">3) Promover a biodiversidade</h3><p>Nossa região é habitat de espécies ameaçadas como a onça-pintada, a anta e a palmeira juçara, e uma das áreas com maior biodiversidade vegetal do Brasil, com 163 espécies florestais catalogadas, sendo 19 ameaçadas de extinção.</p><h3 class="wp-block-heading">4) Pesquisas de ponta</h3><p>Nosso <a href="https://terraluminous.eco.br/socioambiental/cpmama-itl/">Centro de Pesquisa e Monitoramento Ambiental da Mata Atlântica (CPMAMA)</a> realiza, desde 2021, pesquisas em parceria com mais de 40 pesquisadores de várias universidades e institutos, como EESC/USP, ESALQ/USP e IPA, cobrindo seis áreas estratégicas: flora, fauna, fungos, águas, natureza e dinâmicas sociais.</p><h3 class="wp-block-heading">5) Ampliar o Cinturão Verde Itariru</h3><p><a href="https://terraluminous.eco.br/socioambiental/cinturao-verde-itariru/">Nosso programa voltado à ocupação sustentável </a>e preservação da biodiversidade em áreas protegidas e zonas de amortecimento no maior contínuo de Mata Atlântica do Brasil está ajudando a criar amplos corredores ecológicos a apenas 70 km da capital paulista.</p><h3 class="wp-block-heading">6) Monitorar a fauna silvestre</h3><p>Desde 2021, contamos com 12 câmeras de monitoramento e realizamos campanhas sazonais de busca ativa de espécies da fauna silvestre. Neste período identificamos nove espécies vulneráveis ou ameaçadas de extinção, como a onça-parda, a anta e a jaguatirica.</p><h3 class="wp-block-heading">7) Educação ambiental</h3><p>Nossa <strong>Sala Verde</strong> possui um <a href="https://terraluminous.eco.br/socioambiental/ecoeducacao/">programa permanente de educação ambiental</a> para as escolas de Juquitiba, que até julho de 2025 atendeu <strong>3.568</strong> estudantes e educadores da rede pública. São vivências de aprendizado prático com imersão na natureza; formações e material didático e atividades nas escolas.</p><h3 class="wp-block-heading">8) Programa Floresta Limpa</h3><p>Com a instalação de ecopontos para o descarte adequado de resíduos,<a href="https://terraluminous.eco.br/socioambiental/floresta-limpa/"> promovemos desde 2018 a conscientização ambiental entre os moradores locais</a>, evitando a contaminação dos rios e do solo da floresta com o recolhimento de mais de 20 toneladas de resíduos/ano. Em 2024 serão 6 novas unidades construídas e diversas ações de fortalecimento da cadeia dos resíduos, tendo a população envolvida na gestão.</p><h3 class="wp-block-heading">9) Mobilização da comunidade local</h3><p>Trabalhamos pela economia da floresta em pé em Juquitiba, uma área de alta sensibilidade ambiental. Isso inclui acompanhar e influenciar as instâncias públicas, mobilizar a sociedade civil, engajar organizações privadas e promover capacitação para a comunidade local. Nossa atuação levou nosso diretor executivo Glenn Suba a ser convidado a representar o bioma Mata Atlântica na COP 28, principal instância mundial de discussão das mudanças climáticas, agora em dezembro, em Dubai.</p><h3 class="wp-block-heading">10) Regeneração íntima</h3><p><a href="https://terraluminous.eco.br/retiros-e-experiencias/#conteudo">Nosso centro de cursos, vivências e experiências</a> tem foco no turismo de eventos e de natureza, sendo fruto de décadas de pesquisa. As vivências são geridas por um grupo de terapeutas e educadores experientes que vivem em comunidade e escolheram a sustentabilidade e o autoconhecimento como pilares de suas vidas, promovendo a transição humana do ego para o eco!</p>								</div>
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		<title>Camarão e caranguejo a 700m de altitude</title>
		<link>https://terraluminous.eco.br/crustaceos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Terra Luminous]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2023 22:16:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Águas]]></category>
		<category><![CDATA[CPMAMA]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Camarão e caranguejo a 700 metros de altitude? Sim! Na Mata Atlântica ombrófila densa. A presença destes organismos indica a boa qualidade das águas, pois são sensíveis às alterações ambientais. Por isso, são importantes bioindicadores para o monitoramento destes corpos hídricos com o objetivo de detectar impactos. Os crustáceos são um grupo que incluem os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Camarão e caranguejo a 700 metros de altitude?</h3>
<h4>Sim! Na Mata Atlântica ombrófila densa.</h4>
<p><span style="color: #008000;"><strong><em>A presença destes organismos indica a boa qualidade das águas, pois são sensíveis às alterações ambientais. Por isso, são importantes bioindicadores para o monitoramento destes corpos hídricos com o objetivo de detectar impactos.</em></strong></span></p>
<p>Os crustáceos são um grupo que incluem os camarões e caranguejos, que por sua vez, fazem parte da ordem Decapoda, constituída por aproximadamente 15.000 espécies. Dentre os caranguejos, um quinto de todas as espécies são exclusivamente encontradas em corpos de água doce. Estes caranguejos formam um grupo de macro invertebrados muito importante ecologica­mente. São espécies detritívoras, ou seja, se alimentam de detritos (resíduos orgânicos), contribuindo ativamente para remoção e eliminação de matéria orgânica deixada na natureza por outros organismos. Isso torna estes animais agentes muito importantes na cicla­gem de nutrientes.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-12018 aligncenter" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/03/unnamed-1-e1679447063548.jpg" alt="" width="309" height="203" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/03/unnamed-1-e1679447063548.jpg 586w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/03/unnamed-1-e1679447063548-300x198.jpg 300w" sizes="(max-width: 309px) 100vw, 309px" /></p>
<p>Este é um caranguejo da família Trichodactylidae, espécie que pode ser observada principalmente à noite em riachos com correnteza moderada ou forte, essencialmente em lugares onde se acumulam resíduos vegetais.<br />
<img decoding="async" class="wp-image-12010 alignleft" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-21-at-11.47.22-1-1030x1030.jpeg" alt="" width="290" height="290" /></p>
<p>Já esse camarãozinho, trata-se de um representante do gênero Macrobrachium, e pode se tratar de uma espécie nova para a ciência! Os pesquisadores parceiros do CPMAMA estão conduzindo análises moleculares, em breve teremos novidades a este respeito. Entre os 116 gêneros atualmente reconhecidos de camarões, Macrobrachium é o que apresenta maior número de espécies, sendo 246 validas mundialmente, 20 delas reportadas para o Brasil. Esses camarões também apresentam grande importância nos ecossistemas aquáticos, pois além de serem predadores de outros invertebrados, também servem como presas para peixes.</p>
<p>Estes achados indicam a importância do monitoramento da fauna aquática de nossa região, seguimos adiante para conhecer e preservar.</p>
<p><strong>Literatura consultada e fotos:</strong></p>
<p>LÖEFFLER, Bruna et al. RELAÇÕES BIOMÉTRICAS DO CAMARÃO DE ÁGUA-DOCE Macrobrachium acanthurus. Anais da Mostra Nacional de Iniciação Científica e Tecnológica Interdisciplinar (MICTI)-e-ISSN 2316-7165, v. 1, n. 13, 2020.</p>
<p>SANTOS, Carlos Felipe Gualberto Lima. Influência do ambiente sobre a estrutura populacional de Macrobrachium amazonicum (Heller 1862)(Crustacea: Decapoda: Palaemonidae). 2021.</p>
<p>CumberlidGe, n., p. K. l. nG, d. C. J.yeo, C. maGalhães, m. r. Campos, F. alvarez,t. naruse, s. r. daniels, l. J. esser, F. y. K. attipoe, F. l. Clotilde­ba, W. darWall, a. mClvor, J. e. m. baillie, b. Collen &amp; m. ram. 2009. Freshwater crabs and the biodiversity crisis : Importance, threats, status, and conservation challenges. Biological Conservation 142: 1665-1673.</p>
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		<title>Relatório das Águas elaborado pela USP</title>
		<link>https://terraluminous.eco.br/relatorioeesc-usp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Terra Luminous]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2023 21:55:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Águas]]></category>
		<category><![CDATA[CPMAMA]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Convênio entre Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP) e  Instituto Terra Luminous (ITL) Período: 01 de novembro de 2021 a 31 de outubro de 2022 Objetivos alcançados: Avaliar a qualidade (aspectos físico-químicos e biológicos) das nascentes, córregos e reservatórios presentes na área do ITL; Caracterizar a qualidade dos efluentes dos edifícios (casas, restaurante etc.); [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Convênio entre Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP) e  Instituto Terra Luminous (ITL)</strong></p>
<p>Período: 01 de novembro de 2021 a 31 de outubro de 2022</p>
<p>Objetivos alcançados:</p>
<ul>
<li>Avaliar a qualidade (aspectos físico-químicos e biológicos) das nascentes, córregos e reservatórios presentes na área do ITL;</li>
</ul>
<ul>
<li>Caracterizar a qualidade dos efluentes dos edifícios (casas, restaurante etc.);</li>
</ul>
<ul>
<li>Avaliar a eficiência das tecnologias de tratamento dos efluentes e propor melhorias para as soluções já implantadas;</li>
</ul>
<ul>
<li>Desenvolver estudo de alternativas tecnológicas para o tratamento dos efluentes, adaptadas à realidade local, com vistas a propor modelos de soluções aplicáveis ao contexto.</li>
</ul>
<p>Atividades realizadas:</p>
<ul>
<li>Reuniões presenciais e online;</li>
<li>4 visitas para coletas de amostras;</li>
<li>Análises laboratoriais.</li>
</ul>
<p>Resultados:</p>
<ul>
<li>As análises realizadas nos corpos d’água do ITL permitem concluir que os dados de qualidade da água foram majoritariamente compatíveis com o que se espera de ambientes com baixos níveis de interferência humana, especialmente nos rios e riachos amostrados na área do ITL;</li>
</ul>
<ul>
<li>A qualidade da água que é consumida é boa e deve ser monitorada frequentemente;</li>
</ul>
<ul>
<li>Em relação aos macroinvertebrados (organismos maiores que 0,21mm, visíveis por observação direta, sendo um grupo diversificado, representados especialmente pelos insetos, anelídeos, moluscos e crustáceos), os resultados indicam que as águas do Instituto Terra Luminous atendem aos padrões desejáveis para manter a sobrevivência e a reprodução destes organismos aquáticos. Esses organismos são usados para o monitoramento de corpos d’água com o objetivo de detectar impactos, uma vez que estes são sensíveis às alterações ambientais;</li>
</ul>
<ul>
<li>Quanto aos efluentes (esgoto), as análises realizadas demonstram que os sistemas de tratamento existentes (Zonas de Raízes precedidas por digestor anaeróbio) apresentam eficiência muito satisfatória para remoção de matéria orgânica. As eficiências de remoção de nutrientes, N e P, são satisfatórias se os sistemas forem alimentados apenas com efluentes de banheiros, sem a mistura com efluentes de lavanderias de restaurante. O relatório recomendou a segregação das águas de lavanderia e restaurante ou o uso de produtos de limpeza com tensoativos de fácil degradação e sem adição de P e N. Essa recomendação motivou a alteração de todos os sistemas de efluentes. Águas cinzas foram encaminhadas diretamente para um círculo de bananeiras, enquanto as águas negras foram encaminhadas para o sistema de biodigestor e zonas de raízes. Outra alteração importante foi a diminuição no uso de detergente e produtos de limpeza convencionais e a adoção de produtos biodegradáveis. A diminuição da quantidade de água no sistema, pela retirada das águas cinzas, e a alteração no tipo de produtos utilizados, aumentou ainda mais a eficiência do sistema. A última coleta, realizada após as alterações, demonstrou uma melhora considerável nos sistemas que estavam conectados à lavanderias. Todos os sistemas apresentaram resultados muito satisfatórios, com eficiências de remoção de matéria orgânica acima de 90%.</li>
</ul>
<ul>
<li>As recomendações motivaram ainda outras ações de longo prazo que estão sendo planejadas, como a instalação de banheiros secos em diferentes áreas do Instituto.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="https://drive.google.com/file/d/1Qbad9-hRr13RqYNNZbZb79WDf5bq2nrY/view?usp=sharing"><strong>ACESSE AQUI O RELATÓRIO COMPLETO</strong></a></p>
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		<title>O Tamanduá-Mirim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Terra Luminous]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 21:39:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[bicho estrela]]></category>
		<category><![CDATA[CPMAMA]]></category>
		<category><![CDATA[Fauna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Registrado por uma das Câmeras Trap do Instituto Terra Luminous, este fofo também é “chamado de tamanduá-colete (nome científico: Tamandua tetradactyla), um mamífero nativo da mata atlântica brasileira. O tamanduá-mirim possui um padrão de coloração de seus pelos que lembra um “colete”, por isso, em algumas localidades ele é conhecido como tamanduá-colete ou tamanduá-mochila (região [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Registrado por uma das Câmeras Trap do Instituto Terra Luminous, este fofo também é “chamado de tamanduá-colete (nome científico: <em>Tamandua tetradactyla</em>), um mamífero nativo da mata atlântica brasileira. O tamanduá-mirim possui um padrão de coloração de seus pelos que lembra um “colete”, por isso, em algumas localidades ele é conhecido como tamanduá-colete ou tamanduá-mochila (região nordeste). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este animal não possui dentes, seu focinho comprido e sua língua enorme o ajudam a comer formigas, seu alimento favorito. Tem a visão e a audição pouco desenvolvidas, mas seu olfato é apuradíssimo. Ele mede entre 47 e 77cm de comprimento, e quando adulto, pesa em torno de 7kg. Sua longevidade ainda é pouco conhecida, mas indivíduos em cativeiro chegaram a 19 anos, os tamanduás têm um único filhote por ninhada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele passa boa parte do tempo no alto das árvores, sua cauda é muito importante para a execução deste hábito. Seus membros anteriores são fortes e também auxiliam muito a escalada, além disso, eles possuem quatro dígitos, o que dá origem a seu nome científico </span><i><span style="font-weight: 400;">tetradactyla</span></i><span style="font-weight: 400;"> (tetra = quatro; dáktylos = dedo). &#8220;O tamanduá-mirim intensifica suas atividades à noite, durante o dia eles procuram árvores ocas para descansar. O hábito de se locomover principalmente no chão e em árvores (como vemos neste vídeo), é chamado de escansorial. Seus principais predadores são os felinos, como a onça-pintada, a suçuarana e a jaguatirica.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Texto em aspas de Sandro Paulino de Faria, biólogo, pesquisador PHD que oferece sua primorosa contribuição ao CPMAMA (Centro de Pesquisa e Monitoramento da Mata Atlântica) do Instituto Terra Luminous.</span></p>
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		<title>Juquitiba: riquezas ambientais e desafios sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Terra Luminous]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 20:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Juquitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Diretor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Luciana Ferreira Juquitiba está localizada na Região Metropolitana de São Paulo e na Macrometrópole Paulista, esta última compreendendo 174 municípios, com mais de 30 milhões de habitantes (aproximadamente 16% da população do país) e 27,7% do PIB brasileiro (segundo dados de 2010), ocupando uma área superior ao estado do Espírito Santo ou à países [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="font-weight: 400;">Por Luciana Ferreira</span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Juquitiba está localizada na Região Metropolitana de São Paulo e na Macrometrópole Paulista, esta última compreendendo 174 municípios, com mais de 30 milhões de habitantes (aproximadamente 16% da população do país) e 27,7% do PIB brasileiro (segundo dados de 2010), ocupando uma área superior ao estado do Espírito Santo ou à países como Dinamarca ou Holanda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em Juquitiba também estão parte do Parque Estadual da Serra do Mar &#8211; PESM (a maior unidade de conservação de proteção integral do litoral brasileiro), a APA Serra do Mar, importante elo de continuidade entre as áreas protegidas pelo PESM e as demais unidades de conservação do Vale do Ribeira,  e as áreas de amortecimento do PESM e do Parque Estadual do Jurupará.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-11949" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/02/Newsletter_fev23_Imagem1-1030x615.jpg" alt="" width="1030" height="615" /></p>
<p><b>Fig. 01</b><span style="font-weight: 400;">. Diagrama das unidades territoriais que se sobrepõem à dimensão local de Juquitiba- SP. Fonte: Tavares (2022).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Juquitiba localiza-se na sub-bacia do Alto Juquiá, que tem o Rio Juquiá como principal corpo hídrico. Trata-se de um manancial estratégico para o suprimento de água da Macrometrópole Paulista por sua elevada disponibilidade hídrica e seus bons índices de qualidade. A ocupação nessa sub-bacia é modesta e concentrada nos núcleos urbanos de Juquitiba e São Lourenço da Serra, ao longo da Rodovia Régis Bittencourt. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No âmbito econômico, o município contribui pouco com o PIB do estado de São Paulo: 0,02% frente aos 32,52% representados pela Capital e, socialmente, conta com grande parte de sua população em estado de vulnerabilidade. No ano de 2010, o Índice Paulista de Vulnerabilidade Social revelou que 40,6; 32,3 e 21,2% da população juquitibense se encontravam respectivamente nos grupos de vulnerabilidade quatro (vulnerabilidade média &#8211; setores urbanos), cinco (vulnerabilidade alta- setores urbanos) e sete (vulnerabilidade alta- setores rurais) (Tavares, 2022).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A maior parte do município ainda é coberta por floresta. De acordo com dados do MapBiomas de 2021, 86% da área do município é coberta por formação florestal e esse percentual se manteve relativamente estável nos últimos anos.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-11950" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/02/Newsletter_fev23_Imagem2-1030x477.jpg" alt="" width="1030" height="477" /></p>
<p><b>Fig. 02</b><span style="font-weight: 400;">. Cobertura do solo no município de Juquitiba 2021. Fonte: MapBiomas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas basta ampliar um pouco a escala para vislumbrarmos o nível de ameaça dessa floresta. A proximidade com a mancha urbana densa da RMSP nos lembra que essa floresta corre risco e que apenas a proteção legal não é suficiente, visto o que ocorreu na região de mananciais do município de São Paulo, protegida por lei  e intensamente desmatada e ocupada.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11951" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/02/Newsletter_fev23_Imagem3.jpg" alt="" width="1026" height="484" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/02/Newsletter_fev23_Imagem3.jpg 1026w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/02/Newsletter_fev23_Imagem3-300x142.jpg 300w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/02/Newsletter_fev23_Imagem3-1024x483.jpg 1024w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/02/Newsletter_fev23_Imagem3-768x362.jpg 768w" sizes="(max-width: 1026px) 100vw, 1026px" /></p>
<p><b>Fig. 03</b><span style="font-weight: 400;">. Remanescentes Florestais em Juquitiba e a proximidade com as áreas densamente ocupadas da Região Metropolitana. Fonte: MapBiomas,</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, é fundamental encontrarmos formas de conciliar a preservação desses importantes remanescentes florestais, fundamentais para sustentar diferentes formas de vida, incluindo a humana, e o desenvolvimento social, trazendo prosperidade às comunidades locais. Parte da estratégia para vislumbrar um caminho possível passa pelo ordenamento territorial, cujo principal instrumento é o  Plano Diretor, que encontra-se neste momento em processo de revisão em Juquitiba.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A parceria ITL &#8211; Instituto de Arquitetura e Urbanismo de São Carlos (IAU-USP) se debruçou sobre essas questões entre os meses de setembro e novembro de 2022. Uma equipe de 13 pesquisadores sob orientação do professor Jeferson Tavares examinou leis, planos e mapas e analisou confluências e conflitos entre diferentes instrumentos para buscar alternativas de desenvolvimento econômico sustentável em condições ambientalmente vulneráveis e restritivas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os diferentes planos incidentes no município se sobrepõem, indicando diretrizes de ocupação (zoneamento e macrozoneamento) que podem ser concordantes, parcialmente concordantes ou conflituosas. Das 26 sobreposições encontradas, 46% são conflituosas, significando que as diretrizes do plano diretor atual são muito distintas das diretrizes dos demais planos ou que o plano diretor é mais permissivo que os demais. Essas áreas demandam atenção especial do novo plano diretor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os principais conflitos estão relacionados ao parcelamento  mínimo do território em diferentes áreas, às diretrizes de algumas zonas do atual Plano Diretor e as diretrizes para as zonas de amortecimento dos Parques Estaduais. Há uma concentração de conflitos próxima à área urbana mais densa, com destaque para o Distrito dos Barnabés, onde se sobrepõem diferentes áreas de preservação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de população e atividades econômicas modestas, persiste uma tensão entre as atividades urbanas e econômicas e as disposições legais ainda estabelecidas pela chamada Legislação de Proteção de Mananciais datada da década de 1970, Leis Estaduais nº 898/1975 e nº 1172/1976 (Tavares, 2022). Essa tensão é, em grande parte, gerada por uma visão de desenvolvimento e prosperidade econômica e social que são incompatíveis com a preservação ambiental. Assim, para parte da população e dos gestores, a proteção ambiental é vista como empecilho e entrave ao pleno desenvolvimento e “progresso” da região. Além disso, apesar de Juquitiba desempenhar funções ambientais regionais, não há contrapartidas financeiras diretas para o município, que por sua vez busca garantir o aumento de arrecadação por meio da ampliação do perímetro urbano e incremento de IPTU, o que pode gerar uma ocupação dispersa com significativos impactos ambientais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar das características ambientais de Juquitiba serem facilmente identificáveis, elas não são exploradas de maneira central no plano diretor em vigor. É mais evidente no plano o protagonismo do turismo, mas há certa desconsideração nas diretrizes mais objetivas que o turismo no município se vincula sobretudo ao turismo ecológico e, portanto, possui forte dependência da preservação ambiental e do desenvolvimento sustentável para sua permanência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ITL está participando ativamente do processo de revisão do Plano Diretor de Juquitiba, apoiando as discussões públicas e contribuindo com embasamento científico, por meio das parcerias do CPMAMA.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No dia 8 de fevereiro, o ITL promoveu uma Oficina de Mapeamento de Serviços Ecossistêmicos oferecida pela Fundação Florestal para os técnicos da Prefeitura e a comunidade local, que ampliou ainda mais informações ao Plano Diretor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O relatório completo elaborado pela equipe do PExURB &#8211; Práticas de Pesquisa, Ensino e Extensão em Urbanismo, do Instituto de Arquitetura e Urbanismo de São Carlos (IAU-USP), coordenado pelo Professor Dr. Jeferson Tavares no âmbito da parceria com o Instituto Terra Luminous pode ser acessado </span><a href="https://terraluminous.eco.br/estudo-iau-usp/"><b>AQUI!</b></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fonte: TAVARES, Jeferson C. (coord.). Perspectivas multiescalares para o desenvolvimento sustentável de Juquitiba-SP. São Carlos: IAU/USP, 2022. ISBN 978-65-86810-56-1. </span></p>
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		<title>O CPMAMA e suas pesquisas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Terra Luminous]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Nov 2022 19:26:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Águas]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[CPMAMA]]></category>
		<category><![CDATA[Fauna]]></category>
		<category><![CDATA[Flora]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>  No final, conservaremos apenas o que amamos, amaremos apenas o que entendemos e entenderemos apenas o que nos ensinaram. Baba Dioum, 1968 Conhecer para Cuidar Em 2021, coordenamos todas as ações de pesquisa e monitoramento que estávamos realizando em torno do Centro de Pesquisa e Monitoramento Ambiental da Mata Atlântica (CPMAMA), com o objetivo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="11540" class="elementor elementor-11540" data-elementor-settings="{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}" data-elementor-post-type="post">
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									<p> </p><p style="padding-left: 200px;"><i><span style="font-weight: 400;">No final, conservaremos apenas o que amamos, amaremos apenas o que entendemos e entenderemos apenas o que nos ensinaram. </span></i></p><p style="padding-left: 280px; text-align: right;"><i><span style="font-weight: 400;">Baba Dioum, 1968</span></i></p><h3><strong>Conhecer para Cuidar</strong></h3><p><span style="font-weight: 400;">Em 2021, coordenamos todas as ações de pesquisa e monitoramento que estávamos realizando em torno do Centro de Pesquisa e Monitoramento Ambiental da Mata Atlântica (CPMAMA), com o objetivo de ofertar o rico campo de estudos que é o território do Cinturão Verde Itariru e nossa estrutura para desenvolvimento de pesquisas que aprofundem nosso conhecimento sobre a região.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">O campo de estudos é vasto. São 1200 hectares (ha) de terras em diferentes graus de conservação, sendo que 300 ha estão sob a proteção do ITL, com 15 km de trilhas que permitem o fácil acesso e 3 km de fronteira com o Parque Estadual Serra do Mar. Além disso, temos uma atuação expandida para todo o município de Juquitiba, que abarca 3 unidades de conservação e é área de proteção de mananciais.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Desde então, firmamos parcerias com importantes instituições e pesquisadores para desenvolvimento de estudos nos campos da Fauna, Flora, Fungos, Águas, Dinâmicas Sociais e Saúde e Natureza. Também realizamos dois encontros presenciais e um online de trocas de saberes entre os pesquisadores das diversas áreas, buscando sinergias e complementos entre os estudos.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Parcerias e estudos realizados ou em andamento:</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-11541 " src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/Estudos-CPMAMA.png" alt="" width="853" height="321" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/Estudos-CPMAMA.png 755w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/Estudos-CPMAMA-300x113.png 300w" sizes="(max-width: 853px) 100vw, 853px" /></p><p>Conhece algum pesquisador interessado em colaborar conosco? Entre em contato: <a href="mailto:cpmama@tl.eco.br">cpmama@tl.eco.br</a></p><h3><b>Fauna</b></h3><p>Desde fevereiro de 2021, o CPMAMA realiza monitoramento contínuo da fauna silvestre na Zona de Amortecimento do Parque Estadual Serra do Mar, núcleo Itariru, no município de Juquitiba, englobando 3 grupos de vertebrados (mastofauna, avifauna e herpetofauna). As atividades ocorrem por meio de procura ativa (06 campanhas sazonais) e armadilhamento fotográfico (09 cameras-trap). Os resultados preliminares revelam o registro de 200 espécies de aves, sendo 4 ameaçadas de extinção; 26 espécies de anfíbios; 7 espécies de répteis e 25 espécies de mamíferos. Entre os mamíferos, foram localizadas <strong>sete espécies com algum grau de ameaça</strong>, sendo elas: Onça-parda (Puma concolor), Anta (Tapirus terrestris), Jaguatirica (Leopardus pardalis), Gato-maracajá (Leopardus wieddii), Gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus), Macaco-prego (Sapajus nigritus) e Paca (Cuniculus paca). Além desses, também registramos Cachorro-do-mato (Cerdocyon thous), Irara (Eira barbara), Quati (Nasua nasua), Bicho-preguiça (Bradypus variegatus), Tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla), Veado-catingueiro (Mazama guazoubira), Sagui (Callithrix jacchus), entre outros.</p><p>A equipe técnica é comandada pelo biólogo Sandro Paulino de Faria da Carbono Florestal.</p><p><strong><a href="https://terraluminous.eco.br/onca-parda-no-itl/">Veja aqui um vídeo com alguns desses bichos captados pelas câmeras de monitoramento!</a></strong></p><h3><b>Flora</b></h3><p><span style="font-weight: 400;">Em parceria com o Lastrop, no âmbito do projeto Newfor Fapesp, foram inventariadas 12 parcelas de aproximadamente 1 ha cada. As espécies de vegetação arbórea foram identificadas e as características da serrapilheira e do solo foram analisadas. Foram registradas 5.500 árvores de 163 espécies (95% espécies nativas) e mais de 3.000 árvores/ha, configurando alta densidade arbórea. Além disso, a densidade medida do solo (~1 g.cm-3) é muito favorável para o bom crescimento das plantas, favorecendo ações de enriquecimento e restauração. As 12 parcelas inventariadas na área do Cinturão Verde Itariru estão entre 700 parcelas de Mata Atlântica, em diferentes estágios de regeneração, que o projeto inventariou em todo o estado de SP. Entre as conclusões da pesquisa, ficou constatado que as parcelas que estão nas terras do ITL estão entre as com <b>maior diversidade florestal do estado de São Paulo.</b></span></p><h3><b>Fungos</b></h3><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11546" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/fungos_e_pesq.png" alt="" width="878" height="215" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/fungos_e_pesq.png 878w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/fungos_e_pesq-300x73.png 300w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/fungos_e_pesq-768x188.png 768w" sizes="(max-width: 878px) 100vw, 878px" /></p><p><span style="font-weight: 400;">O Instituto de Pesquisas Ambientais já realizou nas áreas do ITL 5 campanhas de coleta de fungos que degradam matéria orgânica e são importantes para a ciclagem de nutrientes. Os resultados preliminares indicam grande diversidade de fungos, inclusive comestíveis, que estão sendo identificados em nível microscópico.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-11543 alignright" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/camarao-300x225.png" alt="" width="300" height="225" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/camarao-300x225.png 300w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/camarao.png 720w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p><h3><b>Águas</b></h3><p><span style="font-weight: 400;">Durante 1 ano a Escola de Engenharia de São Carlos realizou 4 visitas ao ITL para colet</span><span style="font-weight: 400;">a de água das nascentes, córregos e lagos e dos sistemas de tratamento de efluentes. Estão sendo analisados parâmetros físico-químicos, como temperatura, pH, oxigênio dissolvido, etc. Uma possível espécie ameaçada foi encontrada: um camarão de água doce do gênero Macrobrachium (figura ao lado).</span></p><p><strong><a href="https://terraluminous.eco.br/relatorioeesc-usp/">O relatório final pode ser acessado aqui.</a></strong></p><h3><b>Dinâmicas Sociais</b></h3><p><span style="font-weight: 400;">Por ocasião do processo de revisão do Plano Diretor de Juquitiba, buscamos parceria com o Instituto de Arquitetura e Urbanismo da USP São Carlos (IAU/USP), para o levantamento de dados e informações científicas que fomentassem o debate. O IAU realizou diversas análises no âmbito do planejamento territorial que buscam identificar conflitos e potencialidades dos diversos planos e políticas que incidem no município de Juquitiba. O estudo Perspectivas Multiescalares para o Desenvolvimento Sustentável de Juquitiba </span><span style="font-weight: 400;">articulou diferentes objetos de ação planejadora, considerando os temas Ocupação de Solo, Saneamento e Resíduos, apresentando uma análise multinível do planejamento estadual, regional, sub-regional, metropolitano e local.</span></p><p><strong><a href="https://terraluminous.eco.br/estudo-iau-usp/">O estudo pode ser acessado aqui.</a></strong></p><h3><b>Saúde e Natureza</b></h3><p><span style="font-weight: 400;">Pesquisadores do CPMAMA realizaram estudo para saber os efeitos da Florestaterapia na saúde e no bem-estar humano. Em parceria com a Escola Paulista de Medicina e o Núcleo de Assistência à Saúde do Trabalhador da Unifesp, Rafael Oliveira e Marcos Xavier realizaram, em 2022, sete encontros com um mesmo grupo de voluntários, durante seis semanas, em três ambientes: A floresta do ITL (Juquitiba), o Parque do Ibirapuera (São Paulo) e um terraço verde ao lado do Hospital Universitário (São Paulo). Constataram que o contato orientado e frequente com a natureza é benéfico para quem pratica e para a natureza. </span><span style="font-weight: 400;">O estudo foi fruto da conclusão da Especialização em Teoria e Técnicas para Cuidados Integrativos da Unifesp. O Banho de Floresta é realizado de forma orientada no ITL, com vivências de um dia ou de final de semana.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11547 size-large" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/5-Naturezar-scaled-1-1024x576.jpg" alt="" width="800" height="450" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/5-Naturezar-scaled-1-1024x576.jpg 1024w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/5-Naturezar-scaled-1-300x169.jpg 300w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/5-Naturezar-scaled-1-768x432.jpg 768w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/5-Naturezar-scaled-1-1536x864.jpg 1536w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/5-Naturezar-scaled-1-2048x1152.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p><p><strong><a href="https://terraluminous.eco.br/estudo-florestaterapia/">Saiba mais sobre a pesquisa de Florestaterapia aqui.</a></strong></p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-74649b5 elementor-align-center elementor-widget elementor-widget-button" data-id="74649b5" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="button.default">
										<a class="elementor-button elementor-button-link elementor-size-sm" href="https://terraluminous.eco.br/socioambiental/cpmama-itl/">
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									<span class="elementor-button-text">Acesse a página do Centro de Pesquisas aqui</span>
					</span>
					</a>
								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-b7e34d8 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="b7e34d8" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
									<p>O CPMAMA está em constante busca por parcerias com instituições de ensino e pesquisa para desenvolverem projetos de extensão ou pesquisa na região. Caso você conheça ou tenha interesse, entre em contato pelo email <a href="mailto:cpmama@tl.eco.br">cpmama@tl.eco.br</a>.</p><p>Abaixo, um vídeo-convite para realização de pesquisas em parceria.</p>								</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-42193ff elementor-widget__width-initial elementor-widget elementor-widget-video" data-id="42193ff" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-settings="{&quot;youtube_url&quot;:&quot;https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Kc69e3WbTmU&amp;t=10s&quot;,&quot;video_type&quot;:&quot;youtube&quot;,&quot;controls&quot;:&quot;yes&quot;}" data-widget_type="video.default">
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			<div class="elementor-video"></div>		</div>
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		<title>As ameaças à Mata Atlântica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Terra Luminous]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Nov 2022 19:24:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Cinturão verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Mata Atlântica vem sendo devastada à exaustão desde o início da colonização portuguesa. Atualmente possui a menor cobertura original de vegetação entre todos os biomas brasileiros – algo em torno de 12%. Inúmeras espécies da flora e fauna estão em risco de extinção, entre elas a palmeira juçara, o pau-brasil, a araucária e animais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://terraluminous.eco.br/hotspot-da-humanidade/">Mata Atlântica</a> vem sendo devastada à exaustão desde o início da colonização portuguesa. Atualmente possui a menor cobertura original de vegetação entre todos os biomas brasileiros – algo em torno de 12%. Inúmeras espécies da flora e fauna estão em risco de extinção, entre elas a palmeira juçara, o pau-brasil, a araucária e animais como a onça pintada, a anta e muitos outros. Atualmente são 593 vertebrados ameaçados de extinção</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11535" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-Mata-Atlantica.png" alt="" width="346" height="337" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-Mata-Atlantica.png 346w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/Mapa-Mata-Atlantica-300x292.png 300w" sizes="(max-width: 346px) 100vw, 346px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">Domínio x Remanescentes da Mata Atlântica. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><em><span style="font-weight: 400;">Fonte: Grande Reserva Mata Atlântica</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_11536" aria-describedby="caption-attachment-11536" style="width: 425px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-11536" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/FotoLu.png" alt="" width="425" height="319" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/FotoLu.png 540w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/FotoLu-300x225.png 300w" sizes="(max-width: 425px) 100vw, 425px" /><figcaption id="caption-attachment-11536" class="wp-caption-text">Avanço da urbanização sobre remanescentes da Mata Atlântica.<br /><em>Foto: Luciana Schwandner Ferreira.</em></figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O Bioma concentra mais de 70% da população do país, sendo 90% em áreas urbanas.</span></p>
<p>Dessa forma, o conflito entre as ocupações humanas e a conservação da floresta é tema de extrema relevância, especialmente na área que abriga cerca de 10% da população brasileira, a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), a maior metrópole do país e uma das maiores do mundo.</p>
<p>Localizada em área de extrema relevância ambiental, um <a href="https://terraluminous.eco.br/hotspot-da-humanidade/">hotspot de biodiversidade</a>, reconhecido pela UNESCO em 1994 como Reserva da Biosfera do Cinturão Verde de São Paulo, a RMSP tem como desafio conciliar expansão e adensamento urbano com a proteção de sua rica biodiversidade, essencial prestadora de serviços ecossistêmicos, como provisão de água potável e regulação do clima.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2022 o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), divulgou os dados do desmatamento ocorrido na Mata Atlântica entre os anos de 2020 e 2021.  Neste período, foram desmatados 21.642 hectares. Esse valor corresponde a um aumento significativo (quase o dobro)  em relação às últimas medições (2019 &#8211; 2020 = 13.053 hectares e  2017 &#8211; 2018 = 11.399 hectares). Isso significa que, em 2020 e 2021, perdemos 59 hectares de Mata Atlântica por dia, ou 2,5 hectares por hora, que correspondem a 10,3 milhões de toneladas de CO² emitidos na atmosfera. Esse desmatamento crescente é alarmante! </span></p>
<h2><strong>Existe solução</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo frente a todas as dificuldades e ameaças que a Mata Atlântica sofre ao longo de séculos, também existem algumas oportunidades. Uma delas é centrada no conceito de serviços ecossistêmicos. A Mata Atlântica fornece serviços ecossistêmicos para mais de 60% da população brasileira: dialogar entre vários setores que dependem desses serviços pode alavancar uma agenda sustentável. Outras alternativas também são possíveis, como sistemas agroflorestais e a restauração ecológica em larga escala, lembrando que </span><span style="font-weight: 400;">serviços ecossistêmicos são os serviços indispensáveis fornecidos pela natureza à sobrevivência do ser humano, estando associados à qualidade de vida e bem estar da sociedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>Programa Cinturão Verde Itariru</strong> atua nesse sentido, de buscar alternativas que mantenham a floresta em pé, aliando conservação ambiental com bem-estar das pessoas que vivem nela.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-10357 aligncenter" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/04/Cinturao-com-terras-novas-e-IUCN-1030x579.png" alt="" width="654" height="368" /></p>
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