Ofereceu uma abordagem hidrossocial para educadores e estudantes do ensino fundamental, ampliando o olhar sobre água para além de suas características biofísicas, propondo compreendê-la também na dimensão relacional: como é vivida, percebida e transformada pelas sociedades. Para tanto, considera aspectos culturais, sociais, históricos e políticos, evidenciando que a água não é neutra — ela carrega sentidos, disputas e desigualdades, e sua circulação nos territórios é atravessada por dinâmicas de poder.
Foram oferecidas vivências de estudo do meio para 925 alunos e professores do 4º ao 7º ano de seis escolas públicas estaduais e do 2º ao 5º ano de uma escola municipal, todas sediadas em Juquitiba.
Os professores de todas as disciplinas foram estimulados e subsidiados (por meio de uma cartilha e de um caderno de atividades) a introduzir o tema da Água em suas aulas e realizar um projeto interdisciplinar de produção de um Mapa Falante (por meio da metodologia da Cartografia Social) das águas do entorno das escolas.
Foi elaborada uma cartilha, chamada “Por onde a água flui: uma abordagem hidrossocial”, com conteúdos e atividades sobre o tema.
O projeto contou com as parcerias das Secretarias Estadual e Municipal de Educação, além do Observatório de Turismo de Juquitiba. E o apoio do Fundo de Recursos Hídricos (FEHIDRO), por meio do Comitê da Bacia Hidrográfica do Ribeira do Iguape e Litoral Sul (CBH-RB).






Assista aos melhores momentos do projeto neste vídeo