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	<title>Arquivos Socioambiental - Terra Luminous</title>
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	<title>Arquivos Socioambiental - Terra Luminous</title>
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		<title>Enquanto isso, na Liga da Justiça&#8230; Reflexões sobre o Nexus Global Summit 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Maia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 13:49:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Teremos sucesso se todos aqui nessa sala saírem de 2025 com menos dinheiro do que entraram.”  Essa foi uma das frases impactantes dentre muitas no Nexus Global Summit NYC, proferida por uma mulher estadunidense branca com cerca de 40 anos de idade, filantropa e gestora de um Family Office com um fundo filantrópico.&#160;Estávamos discutindo os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“Teremos sucesso se todos aqui nessa sala saírem de 2025 com menos dinheiro do que entraram.” </strong></p>
</blockquote>



<p>Essa foi uma das frases impactantes dentre muitas no Nexus Global Summit NYC, proferida por uma mulher estadunidense branca com cerca de 40 anos de idade, filantropa e gestora de um Family Office com um fundo filantrópico.&nbsp;Estávamos discutindo os impactos dos cortes de verba do USAID,&nbsp;talvez o&nbsp;maior fundo governamental de apoio humanitário no mundo, e o que esse grupo pode fazer para mitigar os danos&nbsp;da falta de dinheiro para milhares de projetos.</p>



<p>Foram 4 dias ultra intensos como se eu tivesse sido catapultada para uma realidade paralela.&nbsp;Lembra dos desenhos animados e HQs da Liga da Justiça? Pois em vários momentos senti que cocriamos o mesmo espírito.&nbsp;Super heróis e heroínas do mundo inteiro reunidos com a mesma causa: sermos agentes de transformação para um mundo melhor.</p>



<p>Visitamos uma galeria de arte de uma família filantropa (Brandt Foundation), o escritório da Blue Meridian (Family Office dedicado à filantropia e&nbsp;blended&nbsp;finance), o escritório de estratégia global da IBM, tivemos uma sessão na ONU, encontro com a delegação brasileira (que era grande e brilhando um grupo de jovens da OSC Turma do Jiló com cerca de 12 e 13 anos de idade) e depois palestras&nbsp;na plenária&nbsp;e sessões mais intimistas, cada uma mais interessante que a outra.&nbsp;</p>



<p>Senti uma overdose de endorfina e serotonina com tantas histórias inspiradoras, com tanta gente privilegiada, disponível para sair da zona de conforto e dedicando suas vidas para fazer a diferença de verdade no mundo. Chorei, ri aplaudi, abracei e conversei até cansar. (Quem me conhece sabe que gosto de uma conversa, então para ficar cansada imagina o tanto de trocas!)&nbsp;</p>



<p>Participaram cerca de 600 pessoas de 50 países diferentes, interessados em filantropia, investimento de impacto e ativismo socioambiental.&nbsp;Atenção: toda a alimentação do evento (deliciosa!) foi 100% vegana e zero glúten. Um show de coerência.</p>



<p>Nexus é uma organização de amplitude global e o evento anual é sediado em NYC, onde nasceu o movimento que forma uma rede poderosa de filantropos que eleva a inteligência da filantropia&nbsp;e sua ação global, assim como vejo o&nbsp;Synergos&nbsp;Foundation também agindo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1967-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-20792" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1967-1024x768.jpg 1024w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1967-300x225.jpg 300w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1967-768x576.jpg 768w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1967-1536x1152.jpg 1536w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1967-2048x1536.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>Algumas reflexões:<br></strong>É notória a diferença entre a cultura de doação em países como Australia, Estados Unidos e Inglaterra em comparação com o Brasil. <strong>Hoje a filantropia no mundo tem inteligência estratégica, conexão espiritual e tecnologia.</strong> Agir local e escalar as soluções está em todas as narrativas. Saiu de um lugar assistencialista e minimizador de culpa para a ação movida pelo propósito de vivermos todos num mundo melhor. Porque não adianta nada eu estar na máxima segurança e conforto, gozando dos meus privilégios brancos de elite que tem escolha para fazer o que quer, enquanto tem seres humanos e não humanos em sofrimento por estarem privados de atender suas necessidades básicas. </p>



<p>A filantropia precisa combater o sistema e não somente&nbsp;“enxugar o gelo”&nbsp;da miséria causada pelo patriarcado que domina e explora tudo o que é vivo.&nbsp;Inclusive, “sistema”&nbsp;esse&nbsp;que originou e mantém as fortunas&nbsp;acumuladas.&nbsp;É sobre criarmos uma consciência reconectada com a natureza de modo que nossos projetos estejam à serviço&nbsp;da renovação da humanidade&nbsp;integrada com a biodiversidade.</p>



<p>E para sair do ego para o eco é preciso&nbsp;ressiginicar&nbsp;tudo&#8230; todas as crenças da sociedade que herdamos e não precisamos perpetuar.&nbsp;</p>



<p>Uso meu privilégio socioeconômico para criar um mundo novo.&nbsp;Esse é meu mantra!&nbsp;Assim, “poder”&nbsp;é construir a realidade sonhada&nbsp;onde todos os seres são contemplados.</p>



<p>E para sair do patriarcado falido, resolvemos no Instituto Terra&nbsp;Luminous&nbsp;nomear o novo sistema de&nbsp;“naturarcado”, em que as leis sociais se espelham e se inspiram nas leis da natureza. E para isso é preciso ressignificar nossas relações afetivas, com a terra&nbsp;e com o dinheiro. Eu sempre digo que ser milionária agora significa influenciar para a Cultura Regenerativa mais de um milhão de pessoas.</p>



<p>Senti que no evento os&nbsp;Estados Unidos&nbsp;é o epicentro, ainda que iniciativas maravilhosas e super&nbsp;bem sucedidas&nbsp;aconteçam no Afeganistão, Sudão e&nbsp;vários países&nbsp;africanos, Índia,&nbsp;Equador, Mexico, Brasil, muita atenção foi dedicada durante o evento para o tema de IA (Inteligência Artificial).&nbsp;</p>



<p>Percebi que a filantropia estadunidense está bem focada nos&nbsp;programas sociais, compensando o gap do atendimento público e provendo saúde, educação superior,&nbsp;advocacy&nbsp;em políticas públicas e suporte para pequenos empreendedores.&nbsp;Entranhei que não surgiu menção a projetos com abordagem socioambiental.</p>



<p>Prince Harry, duque de Sussex fez uma fala bem tocante sobre propósito de vida e como ele por meio da psicoterapia&nbsp;curou seus&nbsp;traumas&nbsp;se conectou com&nbsp;a sua missão pessoal. Seu ativismo está em mobilizar campanhas para redução do poder das mídias sociais, especialmente no cuidado com adolescentes e jovens. Louvável e necessário, mas novamente sinto falta de pessoas&nbsp;ultra-influentes&nbsp;como ele tocarem mais na ferida que de alguma forma vai mexer na zona de conforto das indústrias de seus amigos.&nbsp;E isso tem a ver com decrescimento da economia e fazer fluir recursos financeiros par a justiça climática no mundo.</p>



<p>Na minha visão, frente à tragédia escalada que está diante de nossos olhos nesse planeta,&nbsp;colocar o drama da perda de biodiversidade em oceanos e florestas no epicentro do debate, dar&nbsp;a devida&nbsp;atenção para a crise hídrica e alimentar no mundo são temas mais emergenciais&nbsp;do que IA e mídias sociais&nbsp;e sim pensar estrategicamente a economia da floresta em pé, é&nbsp;a&nbsp;prioridade.</p>



<p>“Não estamos podendo falar mais em Emergência Climática aqui nos EUA.” Escutei isso de mais de uma pessoa nessa semana em NYC.&nbsp;Suspeito que a pressão política&nbsp;(quase parecendo uma censura ditatorial)&nbsp;gerada pelo governo Trump&nbsp;pode ter influenciado a baixa frequência de termos como&nbsp;Justiça Climática, Créditos de Biodiversidade,&nbsp;Empreendorismo&nbsp;da Sociobiodiversidade, restauração ecológica no evento.</p>



<p>Ainda assim,&nbsp;o saldo é extremamente positivo! Sou extremamente grata ao convite feito pela Ana Marina de Castro, coordenadora do Nexus Brasil&nbsp;e pelo acolhimento&nbsp;sensacional de toda a equipe Nexus. Nossa Mata Atlântica, tão invisibilizada fora do Brasil, foi representada com toda a&nbsp;potencia&nbsp;e inspiração dos projetos, programas e centro de pesquisa que estamos sustentando ao longo dos últimos 10 anos no Instituto Terra&nbsp;Luminous, na floresta com a maior diversidade de árvores do estado de São Paulo (segundo a pesquisa&nbsp;NewFor/ESALQ-SP).</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="768" height="1024" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1870-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-20790" style="width:449px;height:auto" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1870-768x1024.jpg 768w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1870-225x300.jpg 225w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1870-1152x1536.jpg 1152w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1870-1536x2048.jpg 1536w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1870-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p></p>
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		<title>Gavião-pombo-pequeno é avistado no Terra Luminous!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2024 20:26:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Águas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ave rara é encontrada apenas em áreas altamente preservadas de Mata Atlântica</p>
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									<h3 style="text-align: center;" data-pm-slice="1 1 []">Gavião-pombo-pequeno é avistado no Terra Luminous!</h3><h4><em>Ave rara é encontrada apenas em áreas altamente preservadas de Mata Atlântica</em></h4><p>O Amadonastur lacernulatus, conhecido popularmente como gavião-pombo-pequeno, é uma ave de beleza singular, com uma plumagem bicolor em tons de branco e preto. É uma caçadora muito eficiente, que se alimenta principalmente de invertebrados e pequenos mamíferos. O avistamento da espécie é raro: apesar de sua distribuição geográfica se estender da Bahia a Santa Catarina, ela é muito dependente de florestas primárias e pouco modificadas – o alto índice de fragmentação e desmatamento faz com ela se enquadre na categoria “vulnerável” em relação ao risco de extinção. Por isso é tão fascinante encontrar o gavião-pombo-pequeno no território do Terra Luminous, evidenciando a importância do local para a manutenção da biodiversidade regional.</p><p style="text-align: right;"><em>Texto por Felipe Maschio e Sandro Paulino de Faria, biólogos</em></p><h6 style="text-align: center;"><span style="color: #008000;"><strong>Acesse abaixo o vídeo do achado, captado por uma das nossas 12 câmeras trap.</strong></span></h6>								</div>
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		<item>
		<title>Curso de monitoramento ambiental reúne novos biólogos na Mata Atlântica</title>
		<link>https://terraluminous.eco.br/curso-cpmama/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Rothen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 19:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu aqui]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Regeneração]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[CPMAMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em fevereiro/24 aconteceu o I Curso de Monitoramento de Fauna e Licenciamento Ambiental, oferecido de forma gratuita pelo Terra Luminous (ITL) com patrocínio do Conselho Regional de Biologia (CRBio-01). Foi uma imersão inesquecível na Mata Atlântica para os 30 participantes, entre estudantes e biólogos  recém-formados selecionados entre mais de 200 inscritos. Eles puderam conhecer de [&#8230;]</p>
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									<p></p>
<p>Em fevereiro/24 aconteceu o I Curso de Monitoramento de Fauna e Licenciamento Ambiental, oferecido de forma gratuita pelo Terra Luminous (ITL) com patrocínio do Conselho Regional de Biologia (CRBio-01).</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Foi uma imersão inesquecível na Mata Atlântica para os 30 participantes, entre estudantes e biólogos  recém-formados selecionados entre mais de 200 inscritos. Eles puderam conhecer de perto toda a biodiversidade desse bioma e aprender &#8211; na sala de aula e na floresta &#8211; técnicas e metodologias  usadas no monitoramento da fauna, além das tendências e perspectivas relacionadas ao nosso capital natural, a biodiversidade.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Para o Instituto Terra Luminous, o curso confirmou a vocação desse território como um laboratório a céu aberto para pesquisas e parcerias com universidades brasileiras e estrangeiras, em um dos biomas mais biodiversos e ameaçados do planeta.</p>
<p></p>
<p></p>
<p><strong>Novas espécies &#8211; </strong>O monitoramento de fauna que o ITL realiza periodicamente conseguiu registrar um número surpreendente de novas espécies, graças à atenta dedicação dos alunos, ávidos por explorar e identificar toda a riqueza de vida na floresta.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>A área cuidada pelo Terra Luminous registra agora mais de 200 espécies de aves, incluindo algumas espécies ameaçadas de extinção, e mais de 30 representantes da herpetofauna (répteis e anfíbios) &#8211; alguns deles muito raros, como um sapinho que vive sob a cobertura vegetal do solo e apenas é encontrado em florestas muito bem conservadas.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Também foram registradas pela primeira vez novas espécies de serpentes, e nossas armadilhas fotográficas (&#8220;câmeras-trap&#8221;) registraram a visita de dois gatos-do-mato e de um casal de antas, uma excelente notícia um ano depois do último flagrante dessa espécie.</p>
<p></p>
<p></p>
<p><strong>Diversidade &#8211; </strong>&#8220;O processo seletivo para este curso inédito conseguiu reunir um time muito técnico de jovens com perfis bastante diversos de condição socioeconômica e identidade de gênero, oferecendo a este público a possibilidade de acessar conteúdos e metodologias não aprendidos na universidade, e que serão ferramentas preciosas para qualificar seus serviços&#8221;, explica Sandro de Faria, coordenador científico do curso.  </p>
<p></p>
<p></p>
<p>O curso também levantou tendências e perspectivas do mercado para o trabalho de biólogos em um cenário  de aquecimento global e mudanças climáticas. &#8220;Ele traz conteúdos que a gente não tem na graduação de uma forma aprofundada e leve&#8221;, relata o estudante Renan Nogueira. </p>
<p></p>
<p></p>
<p>Já o biólogo Eduardo Cerqueira, pós-graduando Ecologia e Conservação na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul &#8211; UFMS, acentuou a importância da vivência tanto para sua atuação como profissional. &#8220;O curso proporciona uma visão de que não somos destacados da natureza, mas fazemos parte dela. É importante ter esse tipo de compreensão para atuar como cientistas. Não dominando a natureza, mas nos vendo como integrantes dela&#8221;. </p>
<p> </p>
<p></p>
<p></p>
<p><strong>Segunda edição &#8211; </strong>O sucesso do curso foi tamanho que o Instituto Terra Luminous e seu Centro de Pesquisa, o CPMAMA, já iniciaram o desenho da segunda edição, que acontecerá no segundo semestre de 2024. Caso tenha interesse em receber mais informações, acesse esse <a href="https://eco.us17.list-manage.com/subscribe?u=956dc1032a0473dc7925b6aaa&amp;id=4082862aa0">link</a>. </p>
<p><strong><a href="https://terraluminous.eco.br/socioambiental/ii-curso-de-monitoramento-de-fauna-e-licenciamento-ambiental/">Saiba mais clicando aqui</a></strong></p>
<p></p>
<p></p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="768" height="1024" class="wp-image-18524" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2024/02/xOk3-768x1024.jpg" alt="" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2024/02/xOk3-768x1024.jpg 768w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2024/02/xOk3-225x300.jpg 225w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2024/02/xOk3-1152x1536.jpg 1152w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2024/02/xOk3.jpg 1200w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
<p></p>								</div>
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									<p style="text-align: center;">No vídeo a seguir, aprecie um pouco do curso de fevereiro.</p>								</div>
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		<title>Especialista em fungos visita o Luminous</title>
		<link>https://terraluminous.eco.br/especialista-em-fungos-visita-o-luminous/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Rothen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 19:53:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu aqui]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Experiências na Floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[CPMAMA]]></category>
		<category><![CDATA[Florestaterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Fungos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Terra Luminous (ITL) recebeu no final de janeiro a visita da Mariana Drewinsky, doutora em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente. Mariana conduziu caminhadas e dinâmicas de identificação de cogumelos para adultos e crianças participantes do nosso retiro de Banho de Floresta. A parceria do Luminous com Mariana começou em 2021, por meio de [&#8230;]</p>
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<p>O Instituto Terra Luminous (ITL) recebeu no final de janeiro a visita da <a href="http://www.instagram.com/maridrewinski">Mariana Drewinsky</a>, doutora em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente. Mariana conduziu caminhadas e dinâmicas de identificação de cogumelos para adultos e crianças participantes do nosso retiro de Banho de Floresta.</p>

<p>A parceria do Luminous com Mariana começou em 2021, por meio de um acordo de cooperação firmado entre o ITL e o Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA) do Estado de São Paulo, para pesquisas sobre fungos da Mata Atlântica, coordenada pelo nosso centro de pesquisas, o CPMAMA.</p>

<p>O retiro de Banho de Floresta aplicou na prática vivências que reúnem duas áreas de pesquisa do Terra Luminous: os fungos comestíveis da Mata Atlântica e a florestaterapia.</p>
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		<title>ITL representa a Mata Atlântica na COP 28 em Dubai</title>
		<link>https://terraluminous.eco.br/itl-representa-a-mata-atlantica-na-cop-28-em-dubai/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Rothen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 16:41:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
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		<category><![CDATA[mudançasclimáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Fundo Casa convidou Glenn Suba, nosso diretor executivo, devido ao seu trabalho de duas décadas como ambientalista e defensor da preservação e regeneração da Mata Atlântica</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A COP, a Conferência das Partes da ONU, que reúne anualmente os países signatários da Convenção do Clima, iniciou sua 28<sup>a</sup> edição essa semana em Dubai, nos Emirados Arábes. O Instituto Terra Luminous (ITL) se faz representar no evento por seu diretor executivo, Glenn Suba, que embarca com a delegação do Fundo Socioambiental CASA neste sábado, dia 2 de dezembro. </p>
<figure class="wp-block-image alignright is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1080" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/08/Glenn.jpg" alt="Foto Glenn Suba " class="wp-image-13451" style="width:372px;height:auto" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/08/Glenn.jpg 1080w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/08/Glenn-300x300.jpg 300w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/08/Glenn-1024x1024.jpg 1024w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/08/Glenn-150x150.jpg 150w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/08/Glenn-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup>Glenn Suba, diretor executivo do ITL</sup></figcaption></figure>
<p>Com a entrada em vigor da Convenção do Clima, em 1994, representantes dos países signatários passaram a se reunir normalmente no fim de cada ano nas Conferências das Partes, para discutir o progresso de implementação do Acordo de Paris e traçar novas metas, já que o cenário global leva a um aumento considerável da temperatura média anual, ao invés de sua redução. </p>
<p>O Fundo Casa convidou Glenn para integrar sua delegação com 17 pessoas, composta por membros da equipe e lideranças de grupos apoiados, pelo excelente trabalho deste ambientalista com mais de duas décadas de atuação em prol preservação e regeneração da Mata Atlântica, especialmente nos últimos oito anos, período em que integra o Terra Luminous. </p>
<p>O Fundo CASA é uma organização brasileira que apoia mais de 3 mil projetos de alta relevância e impacto socioambiental. O ITL recebe suporte financeiro do CASA desde 2018 para os programas de gestão de resíduos e advocacy.</p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>10 motivos pra apoiar o Instituto Terra Luminous</title>
		<link>https://terraluminous.eco.br/10-razoes-pra-apoiar-o-instituto-terra-luminous/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Rothen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 19:44:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Ecovila]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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		<category><![CDATA[semente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo apoio é fundamental para impulsionar a missão do Instituto Terra Luminous de preservar a Mata Atlântica, um bioma importante para a regulação climática e casa de mais de 70% da população brasileira</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="17677" class="elementor elementor-17677" data-elementor-settings="{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}" data-elementor-post-type="post">
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									<figure class="wp-block-image size-large"></figure><h3 class="wp-block-heading">1) Fomentar a Cultura Regenerativa</h3><p>Nossa Ecovila integra desde 2015 uma comunidade de pessoas que compartilha valores e aprendizados em conexão com a natureza. Somos apaixonados pelas tecnologias sociais que criam novos códigos relacionais e culturais. Recebemos visitas do mundo inteiro que querem conhecer o sistema sociocrático de autogestão implantado desde o início e as práticas de cuidado com as relações e transformação de conflitos baseados na CNV (Comunicação Não-Violenta) e Fórum de Zegg.</p><h3 class="wp-block-heading">2) Preservar a Mata Atlântica</h3><p><a href="https://terraluminous.eco.br/acao-socioambiental/#conteudo">Nos situamos na bacia hidrográfica com maior disponibilidade hídrica</a> do estado de São Paulo, em plena Zona de Amortecimento do Parque Estadual Serra do Mar. Cuidamos de mais de 3 milhões de m² de florestas, sendo 80% com vegetação em estágios médio e avançado de preservação, e integramos simultaneamente duas importantes reservas: a da Biosfera da UNESCO (Cinturão Verde de São Paulo) e a Grande Reserva Mata Atlântica.</p><h3 class="wp-block-heading">3) Promover a biodiversidade</h3><p>Nossa região é habitat de espécies ameaçadas como a onça-pintada, a anta e a palmeira juçara, e uma das áreas com maior biodiversidade vegetal do Brasil, com 163 espécies florestais catalogadas, sendo 19 ameaçadas de extinção.</p><h3 class="wp-block-heading">4) Pesquisas de ponta</h3><p>Nosso <a href="https://terraluminous.eco.br/socioambiental/cpmama-itl/">Centro de Pesquisa e Monitoramento Ambiental da Mata Atlântica (CPMAMA)</a> realiza, desde 2021, pesquisas em parceria com mais de 40 pesquisadores de várias universidades e institutos, como EESC/USP, ESALQ/USP e IPA, cobrindo seis áreas estratégicas: flora, fauna, fungos, águas, natureza e dinâmicas sociais.</p><h3 class="wp-block-heading">5) Ampliar o Cinturão Verde Itariru</h3><p><a href="https://terraluminous.eco.br/socioambiental/cinturao-verde-itariru/">Nosso programa voltado à ocupação sustentável </a>e preservação da biodiversidade em áreas protegidas e zonas de amortecimento no maior contínuo de Mata Atlântica do Brasil está ajudando a criar amplos corredores ecológicos a apenas 70 km da capital paulista.</p><h3 class="wp-block-heading">6) Monitorar a fauna silvestre</h3><p>Desde 2021, contamos com 12 câmeras de monitoramento e realizamos campanhas sazonais de busca ativa de espécies da fauna silvestre. Neste período identificamos nove espécies vulneráveis ou ameaçadas de extinção, como a onça-parda, a anta e a jaguatirica.</p><h3 class="wp-block-heading">7) Educação ambiental</h3><p>Nossa <strong>Sala Verde</strong> possui um <a href="https://terraluminous.eco.br/socioambiental/ecoeducacao/">programa permanente de educação ambiental</a> para as escolas de Juquitiba, que até julho de 2025 atendeu <strong>3.568</strong> estudantes e educadores da rede pública. São vivências de aprendizado prático com imersão na natureza; formações e material didático e atividades nas escolas.</p><h3 class="wp-block-heading">8) Programa Floresta Limpa</h3><p>Com a instalação de ecopontos para o descarte adequado de resíduos,<a href="https://terraluminous.eco.br/socioambiental/floresta-limpa/"> promovemos desde 2018 a conscientização ambiental entre os moradores locais</a>, evitando a contaminação dos rios e do solo da floresta com o recolhimento de mais de 20 toneladas de resíduos/ano. Em 2024 serão 6 novas unidades construídas e diversas ações de fortalecimento da cadeia dos resíduos, tendo a população envolvida na gestão.</p><h3 class="wp-block-heading">9) Mobilização da comunidade local</h3><p>Trabalhamos pela economia da floresta em pé em Juquitiba, uma área de alta sensibilidade ambiental. Isso inclui acompanhar e influenciar as instâncias públicas, mobilizar a sociedade civil, engajar organizações privadas e promover capacitação para a comunidade local. Nossa atuação levou nosso diretor executivo Glenn Suba a ser convidado a representar o bioma Mata Atlântica na COP 28, principal instância mundial de discussão das mudanças climáticas, agora em dezembro, em Dubai.</p><h3 class="wp-block-heading">10) Regeneração íntima</h3><p><a href="https://terraluminous.eco.br/retiros-e-experiencias/#conteudo">Nosso centro de cursos, vivências e experiências</a> tem foco no turismo de eventos e de natureza, sendo fruto de décadas de pesquisa. As vivências são geridas por um grupo de terapeutas e educadores experientes que vivem em comunidade e escolheram a sustentabilidade e o autoconhecimento como pilares de suas vidas, promovendo a transição humana do ego para o eco!</p>								</div>
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		<title>Estudantes ganham “banho de floresta” na Mata Atlântica</title>
		<link>https://terraluminous.eco.br/projeto-oferece-banho-de-floresta-para-alunos-em-juquitiba/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Rothen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 11:39:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu aqui]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto Socioambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria sobre o programa de ecoeducação do ITL para escolas públicas municipais realizado no Parque Ecológico de Juquitiba, em 2023.</p>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Banho de Mata Atlântica no Parque Ecológico de Juquitiba</h2>				</div>
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					<div class="elementor-image-box-wrapper"><figure class="elementor-image-box-img"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="1600" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/09/Roda1.jpg" class="attachment-full size-full wp-image-19202" alt="" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/09/Roda1.jpg 1200w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/09/Roda1-225x300.jpg 225w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/09/Roda1-768x1024.jpg 768w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/09/Roda1-1152x1536.jpg 1152w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></figure><div class="elementor-image-box-content"><p class="elementor-image-box-description">No segundo semestre de 2023, mais de 400 alunos do ensino fundamental de Juquitiba (SP) puderam se reconectar com a natureza em meio à Mata Atlântica, a apenas 70 km de São Paulo
<br>
<br>
Uma vivência de conhecimento e conexão com a natureza em meio à exuberante Mata Atlântica. Na entrada da primavera,&nbsp; alunos da rede municipal de ensino ganharam um “banho de floresta” em Juquitiba, uma das cidades com maior cobertura vegetal do Estado de São Paulo, a apenas 70 km da capital.&nbsp;</p></div></div>				</div>
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									<figure class="wp-block-image is-resized"></figure><p>Coordenado pelo Instituto Terra Luminous (ITL) em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e Cultura, o <a href="https://terraluminous.eco.br/socioambiental/ecoeducacao/">programa de Ecoeducação do ITL </a>conecta as novas gerações a um dos biomas com maior biodiversidade do planeta, <a href="https://terraluminous.eco.br/por-que-preservar-a-mata-atlantica/">num trecho preservado de Mata Atlântica</a> bem na região central do município.</p><p><a href="https://www.instagram.com/reel/Cx0oMtTrCMu/">O projeto começou junto com a primavera</a> e levou mais de 400 estudantes do 4º ao 9º ano do ensino fundamental, além de 50 educadores, ao recém-revitalizado Parque Ecológico de Juquitiba, em uma atividade que une florestaterapia e educação ambiental. </p><p>Damaris da Silva Pinto, de 11 anos, diz que vai levar da visita uma lição importante: “Eu amei toda essa natureza, mas para preservá-la é muito importante que as pessoas parem de  jogar lixo na água e também no chão”. </p><p>As visitas foram viabilizadas com o apoio do setor de comércio da cidade de Juquitiba, principalmente do Supermercado Frigoyama, Kazil Gás, Bueno Madeira e Construção, AgroAM, restaurante TomoTomo e restaurante Rosalves.</p><div class="wp-block-buttons"> </div><h2 class="wp-block-heading"><strong>Serviços ecossistêmicos </strong></h2><p>O Parque Ecológico se situa às margens do Rio São Lourenço. Ele integra um dos conjuntos de mananciais hídricos mais importantes para o abastecimento de água do Estado. O Sistema São Lourenço, da Sabesp, é a principal fonte de abastecimento para 2,5 milhões de habitantes das regiões sul e sudoeste da Região Metropolitana de São Paulo. </p><p>“Para ter água boa é preciso preservar a floresta, mas este é apenas um dos inúmeros benefícios que as crianças conseguem perceber ao percorrer uma trilha entre as árvores, aguçando os sentidos e dando atenção a estímulos pouco comuns no seu dia a dia”, explica Glenn Suba, diretor executivo do ITL. </p><p>Mostrar a série de benefícios que a floresta em pé oferece aos seres humanos &#8211; os chamados serviços ecossistêmicos &#8211; é um dos principais objetivos do programa de educação ambiental do ITL. Ele começou em 2022, junto aos alunos de uma escola pública vizinha, e a partir de 2023 foi estendido a toda a rede municipal de ensino. “Ao visitar a floresta as crianças se encantam e conseguem entender, na prática, a importância de preservar a natureza para garantir coisas tão fundamentais para manter a vida, como o ar puro, a água limpa e um clima mais previsível”, diz Glenn. </p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Banho de floresta </strong></h2><p>Sistematizado no Japão a partir dos anos 80 e adotado como uma forma efetiva de redução do estresse, o banho de floresta é uma das práticas de florestaterapia. Oferece um alívio para o excesso de distrações da vida urbana. Isto porque ele situa os participantes em meio à sutil diversidade de estímulos e formas de vida que se apresentam num passeio pela mata. Intercalando momentos de orientação e silêncio, a prática permite uma experiência de “reconexão” com a natureza. Neste momento os participantes descobrem novos significados para a relação com o ambiente que os cerca, com outros seres vivos e também com seus próprios sentimentos e emoções.</p><p>Para os educadores, além da florestaterapia e da aula ao ar livre sobre a importância das florestas para sustentar a vida humana, a experiência está sendo um laboratório na sua formação como educadores ambientais. A missão destes profissionais é ajudar a preservar a Mata Atlântica em meio a um dos trechos mais ameaçados deste bioma. </p><p>Um deles é Nika Machado, de 53 anos, professora da rede pública há mais de 30, que todos os anos leva seus alunos para uma visita ao parque. “Educação ambiental não é preparar para o futuro, é para o agora. É urgente para a humanidade entender a relação entre consumo, descarte de lixo e sustentabilidade.”</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Visão de futuro </strong></h2><p>Juquitiba possui 100% de seu território em área de mananciais protegida pela legislação estadual. A região também é considerada uma Reserva da Biosfera da Unesco e é habitat de espécies ameaçadas, como a onça-pintada, a anta e a palmeira-juçara. </p><p>Contudo, embora possua um dos maiores índices de cobertura vegetal de São Paulo, Juquitiba fica abaixo da média estadual em Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Estado. A cidade oferece poucas oportunidades de renda e grande parcela da população em situação de vulnerabilidade. O rápido crescimento urbano, impulsionado pela expansão imobiliária da Grande São Paulo, é uma ameaça às suas áreas verdes, devido ao parcelamento de terras, ocupações irregulares, desmatamento e exploração predatória dos recursos naturais.</p><p>Estas ameaças limitam a capacidade do município de assumir sua vocação natural de prestadora de serviços ecossistêmicos, como o fornecimento de água, a regulação do clima e o turismo de natureza. “O ecoturismo, em particular, tem um enorme potencial para alavancar o desenvolvimento socioeconômico desta região e frear o modelo vigente de exploração imobiliária e dos recursos naturais”, explica Rafael Oliveira, coordenador do programa de Ecoeducação do ITL. “É para cultivar esta visão de futuro entre as gerações mais novas que o projeto nasceu. A proteção das florestas depende delas”.</p>								</div>
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									<span class="elementor-button-text">Acesse aqui a página do Programa de Ecoeducação</span>
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		<title>Festival da Mata Atlântica celebra adesão de Juquitiba e São Lourenço à Grande Reserva Mata Atlântica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Rothen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 18:55:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu aqui]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Socioambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento ocorreu em Juquitiba (SP) no Dia Nacional da Mata Atlântica (27).&#160; Juquitiba e São Lourenço da Serra prepararam um festival para marcar o Dia Nacional da Mata Atlântica (27/5) e celebrar a mais recente conquista dos defensores da preservação do bioma na região: a adesão dos dois municípios à Grande Reserva Mata Atlântica (GRMA).  [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="480" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/09/IMG_1306-Medio.jpeg" alt="" class="wp-image-17007" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/09/IMG_1306-Medio.jpeg 640w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/09/IMG_1306-Medio-300x225.jpeg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>



<p><em>Evento ocorreu em Juquitiba (SP) no Dia Nacional da Mata Atlântica (27).&nbsp;</em></p>



<p>Juquitiba e São Lourenço da Serra prepararam um festival para marcar o Dia Nacional da Mata Atlântica (27/5) e celebrar a mais recente conquista dos defensores da preservação do bioma na região: a adesão dos dois municípios à <a href="https://grandereservamataatlantica.com.br/">Grande Reserva Mata Atlântica (GRMA)</a>. </p>



<p>Maior trecho contínuo e preservado do bioma no continente, a Grande Reserva integra uma rede de pessoas, ONGs, empresas e prefeituras de 30 municípios comprometidos com a adoção de medidas de preservação e desenvolvimento sustentável em uma área de mais de 3 milhões de hectares entre o norte de Santa Catarina e as cidades de Juquitiba e São Lourenço da Serra, no limite sul da Região Metropolitana de São Paulo.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Localizados a menos de 50 quilômetros da capital paulista, Juquitiba e São Lourenço da Serra são a principal porta de entrada para a Grande Reserva, da qual compõem uma subdivisão chamada Portal da Mata Atlântica. Em abril, os dois municípios firmaram um compromisso para fortalecer o território da Grande Reserva a partir de uma Carta de Adesão que foi assinada pelos prefeitos.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Com Juquitiba e São Lourenço da Serra chegamos a 30 municípios parceiros da iniciativa, o que representa 50% de todo o território. Isso demonstra um claro interesse destas gestões públicas em busca de uma economia mais sustentável que gere empregos e renda para a população a partir de áreas verdes bem conservadas&#8221;, comenta Ricardo Borges, coordenador da Rede de Portais da Grande Reserva Mata Atlântica em São Paulo.</p>



<p><strong>Bioma ameaçado</strong> &#8211; O <em>1º Festival Portal da Mata Atlântica </em>chamou a atenção da população local para as riquezas naturais deste território e seu potencial para alavancar o desenvolvimento sustentável por meio do turismo de natureza e do &#8220;empreendedorismo em sociobiodiversidade&#8221;, que se baseia em ganhar dinheiro através da floresta em pé. “Trata-se de um dos biomas de maior biodiversidade do planeta, um ecossistema complexo de vegetação exuberante, situado às portas da capital paulista, mas ainda desconhecido da maioria das pessoas”, explica Glenn Suba, diretor do Instituto Terra Luminous, primeira organização do Portal da Mata Atlântica a aderir à Grande Reserva, em 2020.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Ao dar visibilidade para os benefícios fornecidos pela floresta em pé, o evento também pretende conscientizar a população sobre a importância social, econômica e ambiental de preservar o bioma, que é o mais ameaçado do mundo e ainda sofre a pressão da expansão imobiliária da maior metrópole do hemisfério Sul. “O primeiro passo é reconhecer a beleza da região e o valor que ela tem não só para a Região Metropolitana de São Paulo, como fornecedora de água, alimentos e outros serviços ecossistêmicos, mas para o mundo todo, como reguladora do clima e como destino turístico, potencializado por sua natureza conservada”, completa Clio Ribeiro, uma das idealizadoras do evento. </p>



<p><strong>Programação</strong> &#8211; O 1º Festival do Portal da Mata Atlântica foi aberto com um mutirão para revitalizar o Parque Ecológico de Juquitiba. O encontro terá ainda um piquenique colaborativo, exposições, intervenções artísticas, doação de mudas da ameaçada palmeira juçara, e um ciclo de palestras sobre a história, a importância e a vocação turística da Grande Reserva Mata Atlântica.&nbsp;</p>



<p>Também ocorre no evento o lançamento do&nbsp; projeto Revela Portal da Mata Atlântica, do fotógrafo de natureza Du Zapanni. O projeto oferecerá gratuitamente, ao longo do ano, oficinas, palestras, workshops e saídas fotográficas para despertar a sensibilidade e o olhar dos habitantes de Juquitiba e São Lourenço da Serra para as belezas da região, formando novos talentos na arte da fotografia.&nbsp;</p>



<p><strong>Exposições &#8211; </strong>As imagens da Mata Atlântica protagonizam várias atividades durante o evento. Atrações turísticas locais compõem um grande painel fotográfico no centro da praça; as escolas municipais e particulares de Juquitiba e São Lourenço celebraram a Semana da Mata Atlântica com a produção de desenhos e pinturas sobre a biodiversidade. Os trabalhos foram expostos nas janelas de quatro secretarias da administração municipal até o final da Semana do Meio Ambiente, entre 5 e 9 de junho.&nbsp;</p>



<p>Por fim, no Instagram ocorreu desde o início uma exposição fotográfica virtual no canal <a href="https://www.instagram.com/portaldamataatlantica/">@portaldamataatlantica</a>, que constituiu um painel das paisagens e da biodiversidade da região, conforme vistas pelos olhos de toda a comunidade. O instagram do festival pode ser alimentado por qualquer morador ou turista que marque o festival em seus posts pessoais sobre as paisagens, fauna, flora e fungos de Juquitiba e São Lourenço da Serra. </p>



<p>O objetivo é que o Festival do Portal da Mata Atlântica aconteça anualmente, com realização alternada entre Juquitiba e São Lourenço da Serra.</p>



<div class="wp-block-group is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<div class="wp-block-group has-small-font-size is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>



<p><strong>1º Festival do Portal da Mata Atlântica</strong> </p>



<p>Dia 27/5, das 8h às 18h</p>



<p><em>As atividades ocorreram em dois locais:</em></p>



<p><em>&#8211; Parque Ecológico de Juquitiba, às margens do Rio São Lourenço;&nbsp;</em></p>



<p><em>&#8211; Praça de Esportes e Cultura (PEC), em frente à Rodoviária de Juquitiba, a 800 metros do Parque Ecológico.</em></p>



<p><strong>Das 8h às 12h:</strong></p>



<p><strong>No Parque Ecológico de Juquitiba</strong>:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>mutirão de limpeza das trilhas</li>



<li>mutirão de limpeza do rio São Lourenço</li>



<li>oficina de mandalas feitas com cipó</li>



<li>elaboração e pintura de placas de sinalização das trilhas</li>



<li>confecção de bancos e mesas com árvores caídas</li>



<li>pintura da guarita pela artista plástica local Giulia Carolina</li>
</ul>



<p><strong>No terreno localizado atrás da Polícia Civil:</strong></p>



<p>10h30 às 12h: plantio de mudas de palmeira juçara, doadas pela ONG KKL e pela prefeitura de São Lourenço da Serra</p>



<p><strong>Das 12h às 18h:</strong></p>



<p><strong>Na Praça do PEC:&nbsp;&nbsp;</strong></p>



<p>12h20 &#8211; Dança circular com todos os presentes</p>



<p>12h30 &#8211; Cerimônia de abertura&nbsp;</p>



<p>13h &#8211; Piquenique comunitário (participantes compartilham) e piquenique para crianças (apoio KKL)</p>



<p>13h30 &#8211; Dança tribal</p>



<p>14h &#8211; Ciclo de Palestras&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>O Portal da Mata Atlântica e a Grande Reserva Mata Atlântica, por Glenn Suba</em></li>



<li><em>A força do Ecoturismo, por Lilian Hengleng</em></li>



<li><em>Somos reserva da biosfera!, por Clio Ribeiro</em></li>



<li><em>Nossa herança indígena, por Renata Lacerda Campos</em></li>
</ul>



<p>15h30 &#8211; Lançamento do projeto Revela Portal da Mata Atlântica, por Du Zuppani</p>



<p>16h30 – Canções semi-acústicas, por Olívia e Ian, do Projeto Estática</p>



<p>17h &#8211; Show Rock do Brasil, com Wlad &amp; Wagner</p>



<p><strong>além de:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>exposição de desenhos sobre a Mata Atlântica feitos por estudantes de Juquitiba e São Lourenço da Serra&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>exposição de mandalas em crochê com cipós,&nbsp; da artesã local Elaine Cristina dos Santos</li>



<li>exposição em filme de fotos digitais das paisagens e biodiversidade do Portal da Mata Atlântica</li>
</ul>
</div>
</div>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Por que preservar a Mata Atlântica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Terra Luminous]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2023 16:51:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Devastação histórica As florestas no Brasil vem sendo devastadas à exaustão desde o início da colonização portuguesa. A Mata Atllântica, atualmente possui a menor cobertura original de vegetação entre todos os biomas brasileiros – algo em torno de 12%.  Hotspot de biodiversidade A Mata Atlântica é considerada um hotspot mundial, ou seja, uma das áreas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="2959" class="elementor elementor-2959" data-elementor-settings="{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}" data-elementor-post-type="post">
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									<div class="wp-block-columns"><div class="wp-block-column" style="flex-basis: 33.33%;"><figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="256" height="256" class="wp-image-12329" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/07/plantar-arvore.png" alt="" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/07/plantar-arvore.png 256w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/07/plantar-arvore-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 256px) 100vw, 256px" /></figure></div><div class="wp-block-column is-vertically-aligned-center" style="flex-basis: 66.66%;"><p><strong>Devastação histórica</strong></p><p>As florestas no Brasil vem sendo devastadas à exaustão desde o início da colonização portuguesa. A Mata Atllântica, atualmente possui a menor cobertura original de vegetação entre todos os biomas brasileiros – algo em torno de 12%. </p></div></div><div class="wp-block-columns"><div class="wp-block-column is-vertically-aligned-center" style="flex-basis: 66.66%;"><p><img loading="lazy" decoding="async" width="346" height="337" class="wp-image-2960" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/07/Mapa-Mata-Atlantica.png" alt="" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/07/Mapa-Mata-Atlantica.png 346w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/07/Mapa-Mata-Atlantica-300x292.png 300w" sizes="(max-width: 346px) 100vw, 346px" /></p><p><strong>Hotspot de biodiversidade</strong></p><p>A Mata Atlântica é considerada um hotspot mundial, ou seja, uma das áreas mais ricas em biodiversidade e mais ameaçadas do planeta. São 2.845 espécies ameaçadas de extinção, entre animais e plantas, segundo pesquisa do IBGE publicada em 2023.</p></div><div class="wp-block-column" style="flex-basis: 33.33%;"><figure class="wp-block-image size-full"></figure></div></div><div class="wp-block-columns"><div class="wp-block-column" style="flex-basis: 33.33%;"><figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="256" height="256" class="wp-image-12710" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/07/planeta-terra.png" alt="" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/07/planeta-terra.png 256w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/07/planeta-terra-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 256px) 100vw, 256px" /></figure></div><div class="wp-block-column is-vertically-aligned-center" style="flex-basis: 66.66%;"><p><strong>Serviços ecossistêmicos</strong></p><p>O bioma é o lar de 72% dos brasileiros e concentra 80% do PIB nacional. Da Mata Atlântica dependem serviços essenciais como abastecimento de água e regulação do clima, além de agricultura, pesca, geração de energia elétrica e turismo. Das nove grandes bacias hidrográficas do Brasil, sete estão em áreas de Mata Atlântica.</p></div></div><div class="wp-block-columns"><div class="wp-block-column is-vertically-aligned-center" style="flex-basis: 66.66%;"><p><img loading="lazy" decoding="async" width="256" height="256" class="wp-image-12713" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/07/ecologia.png" alt="" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/07/ecologia.png 256w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/07/ecologia-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 256px) 100vw, 256px" /></p><p><strong>Ameaça contínua</strong></p><p>Entre outubro de 2021 e de 2022, foram mais de 20 mil hectares de floresta desmatados. O conflito entre as ocupações humanas e a conservação da floresta é tema de extrema relevância, especialmente na área que abriga cerca de 10% da população brasileira, a Região Metropolitana de São Paulo.</p><p><strong>Como escolhemos cuidar da Mata Atlântica</strong></p><p>O Instituto Terra Luminous se dedica a preservar, proteger e regenerar os territorios que se encontram nas Zonas de Amortecimento de Unidades de Conservação, como o Parque Estadual Serra do Mar, onde se localiza nossa sede em Juquitiba, SP. Entedemos que tão importante quanto reflorestar áreas degradadas é manter e enriquecer os trechos de floresta que se encontram nas margens das UCs, ainda cheias de vida natural e tão ameacadas pela especulação imobiliaria, ações de madereiros, palmiteiros entre outros. Cuidar da floresta é garantir a vida no presente e no futuro, não somente dos humanos como de todos os seres viventes no planeta.</p></div><div class="wp-block-column" style="flex-basis: 33.33%;"><figure class="wp-block-image size-full is-style-default"></figure></div></div><figure class="wp-block-image aligncenter size-full"></figure><p><img loading="lazy" decoding="async" width="256" height="256" class="wp-image-12716" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/07/alerta.png" alt="" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/07/alerta.png 256w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/07/alerta-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 256px) 100vw, 256px" /></p>								</div>
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					</a>
								</div>
					</div>
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		<title>Camarão e caranguejo a 700m de altitude</title>
		<link>https://terraluminous.eco.br/crustaceos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Terra Luminous]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2023 22:16:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Águas]]></category>
		<category><![CDATA[CPMAMA]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Camarão e caranguejo a 700 metros de altitude? Sim! Na Mata Atlântica ombrófila densa. A presença destes organismos indica a boa qualidade das águas, pois são sensíveis às alterações ambientais. Por isso, são importantes bioindicadores para o monitoramento destes corpos hídricos com o objetivo de detectar impactos. Os crustáceos são um grupo que incluem os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Camarão e caranguejo a 700 metros de altitude?</h3>
<h4>Sim! Na Mata Atlântica ombrófila densa.</h4>
<p><span style="color: #008000;"><strong><em>A presença destes organismos indica a boa qualidade das águas, pois são sensíveis às alterações ambientais. Por isso, são importantes bioindicadores para o monitoramento destes corpos hídricos com o objetivo de detectar impactos.</em></strong></span></p>
<p>Os crustáceos são um grupo que incluem os camarões e caranguejos, que por sua vez, fazem parte da ordem Decapoda, constituída por aproximadamente 15.000 espécies. Dentre os caranguejos, um quinto de todas as espécies são exclusivamente encontradas em corpos de água doce. Estes caranguejos formam um grupo de macro invertebrados muito importante ecologica­mente. São espécies detritívoras, ou seja, se alimentam de detritos (resíduos orgânicos), contribuindo ativamente para remoção e eliminação de matéria orgânica deixada na natureza por outros organismos. Isso torna estes animais agentes muito importantes na cicla­gem de nutrientes.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-12018 aligncenter" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/03/unnamed-1-e1679447063548.jpg" alt="" width="309" height="203" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/03/unnamed-1-e1679447063548.jpg 586w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/03/unnamed-1-e1679447063548-300x198.jpg 300w" sizes="(max-width: 309px) 100vw, 309px" /></p>
<p>Este é um caranguejo da família Trichodactylidae, espécie que pode ser observada principalmente à noite em riachos com correnteza moderada ou forte, essencialmente em lugares onde se acumulam resíduos vegetais.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-12010 alignleft" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-03-21-at-11.47.22-1-1030x1030.jpeg" alt="" width="290" height="290" /></p>
<p>Já esse camarãozinho, trata-se de um representante do gênero Macrobrachium, e pode se tratar de uma espécie nova para a ciência! Os pesquisadores parceiros do CPMAMA estão conduzindo análises moleculares, em breve teremos novidades a este respeito. Entre os 116 gêneros atualmente reconhecidos de camarões, Macrobrachium é o que apresenta maior número de espécies, sendo 246 validas mundialmente, 20 delas reportadas para o Brasil. Esses camarões também apresentam grande importância nos ecossistemas aquáticos, pois além de serem predadores de outros invertebrados, também servem como presas para peixes.</p>
<p>Estes achados indicam a importância do monitoramento da fauna aquática de nossa região, seguimos adiante para conhecer e preservar.</p>
<p><strong>Literatura consultada e fotos:</strong></p>
<p>LÖEFFLER, Bruna et al. RELAÇÕES BIOMÉTRICAS DO CAMARÃO DE ÁGUA-DOCE Macrobrachium acanthurus. Anais da Mostra Nacional de Iniciação Científica e Tecnológica Interdisciplinar (MICTI)-e-ISSN 2316-7165, v. 1, n. 13, 2020.</p>
<p>SANTOS, Carlos Felipe Gualberto Lima. Influência do ambiente sobre a estrutura populacional de Macrobrachium amazonicum (Heller 1862)(Crustacea: Decapoda: Palaemonidae). 2021.</p>
<p>CumberlidGe, n., p. K. l. nG, d. C. J.yeo, C. maGalhães, m. r. Campos, F. alvarez,t. naruse, s. r. daniels, l. J. esser, F. y. K. attipoe, F. l. Clotilde­ba, W. darWall, a. mClvor, J. e. m. baillie, b. Collen &amp; m. ram. 2009. Freshwater crabs and the biodiversity crisis : Importance, threats, status, and conservation challenges. Biological Conservation 142: 1665-1673.</p>
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