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	<title>Arquivos Institucional - Terra Luminous</title>
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	<title>Arquivos Institucional - Terra Luminous</title>
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	<item>
		<title>ITL representa a Mata Atlântica na COP 28 em Dubai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Rothen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 16:41:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
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		<category><![CDATA[mudançasclimáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Fundo Casa convidou Glenn Suba, nosso diretor executivo, devido ao seu trabalho de duas décadas como ambientalista e defensor da preservação e regeneração da Mata Atlântica</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A COP, a Conferência das Partes da ONU, que reúne anualmente os países signatários da Convenção do Clima, iniciou sua 28<sup>a</sup> edição essa semana em Dubai, nos Emirados Arábes. O Instituto Terra Luminous (ITL) se faz representar no evento por seu diretor executivo, Glenn Suba, que embarca com a delegação do Fundo Socioambiental CASA neste sábado, dia 2 de dezembro. </p>



<figure class="wp-block-image alignright is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1080" height="1080" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/08/Glenn.jpg" alt="Foto Glenn Suba " class="wp-image-13451" style="width:372px;height:auto" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/08/Glenn.jpg 1080w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/08/Glenn-300x300.jpg 300w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/08/Glenn-1024x1024.jpg 1024w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/08/Glenn-150x150.jpg 150w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/08/Glenn-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup>Glenn Suba, diretor executivo do ITL</sup></figcaption></figure>



<p>Com a entrada em vigor da Convenção do Clima, em 1994, representantes dos países signatários passaram a se reunir normalmente no fim de cada ano nas Conferências das Partes, para discutir o progresso de implementação do Acordo de Paris e traçar novas metas, já que o cenário global leva a um aumento considerável da temperatura média anual, ao invés de sua redução. </p>



<p>O Fundo Casa convidou Glenn para integrar sua delegação com 17 pessoas, composta por membros da equipe e lideranças de grupos apoiados, pelo excelente trabalho deste ambientalista com mais de duas décadas de atuação em prol preservação e regeneração da Mata Atlântica, especialmente nos últimos oito anos, período em que integra o Terra Luminous. </p>



<p>O Fundo CASA é uma organização brasileira que apoia mais de 3 mil projetos de alta relevância e impacto socioambiental. O ITL recebe suporte financeiro do CASA desde 2018 para os programas de gestão de resíduos e advocacy.</p>



<p></p>
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		<title>10 motivos pra apoiar o Instituto Terra Luminous</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Rothen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 19:44:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo apoio é fundamental para impulsionar a missão do Instituto Terra Luminous de preservar a Mata Atlântica, um bioma importante para a regulação climática e casa de mais de 70% da população brasileira</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="17677" class="elementor elementor-17677" data-elementor-settings="{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}" data-elementor-post-type="post">
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									<figure class="wp-block-image size-large"></figure><h3 class="wp-block-heading">1) Fomentar a Cultura Regenerativa</h3><p>Nossa Ecovila integra desde 2015 uma comunidade de pessoas que compartilha valores e aprendizados em conexão com a natureza. Somos apaixonados pelas tecnologias sociais que criam novos códigos relacionais e culturais. Recebemos visitas do mundo inteiro que querem conhecer o sistema sociocrático de autogestão implantado desde o início e as práticas de cuidado com as relações e transformação de conflitos baseados na CNV (Comunicação Não-Violenta) e Fórum de Zegg.</p><h3 class="wp-block-heading">2) Preservar a Mata Atlântica</h3><p><a href="https://terraluminous.eco.br/acao-socioambiental/#conteudo">Nos situamos na bacia hidrográfica com maior disponibilidade hídrica</a> do estado de São Paulo, em plena Zona de Amortecimento do Parque Estadual Serra do Mar. Cuidamos de mais de 3 milhões de m² de florestas, sendo 80% com vegetação em estágios médio e avançado de preservação, e integramos simultaneamente duas importantes reservas: a da Biosfera da UNESCO (Cinturão Verde de São Paulo) e a Grande Reserva Mata Atlântica.</p><h3 class="wp-block-heading">3) Promover a biodiversidade</h3><p>Nossa região é habitat de espécies ameaçadas como a onça-pintada, a anta e a palmeira juçara, e uma das áreas com maior biodiversidade vegetal do Brasil, com 163 espécies florestais catalogadas, sendo 19 ameaçadas de extinção.</p><h3 class="wp-block-heading">4) Pesquisas de ponta</h3><p>Nosso <a href="https://terraluminous.eco.br/socioambiental/cpmama-itl/">Centro de Pesquisa e Monitoramento Ambiental da Mata Atlântica (CPMAMA)</a> realiza, desde 2021, pesquisas em parceria com mais de 40 pesquisadores de várias universidades e institutos, como EESC/USP, ESALQ/USP e IPA, cobrindo seis áreas estratégicas: flora, fauna, fungos, águas, natureza e dinâmicas sociais.</p><h3 class="wp-block-heading">5) Ampliar o Cinturão Verde Itariru</h3><p><a href="https://terraluminous.eco.br/socioambiental/cinturao-verde-itariru/">Nosso programa voltado à ocupação sustentável </a>e preservação da biodiversidade em áreas protegidas e zonas de amortecimento no maior contínuo de Mata Atlântica do Brasil está ajudando a criar amplos corredores ecológicos a apenas 70 km da capital paulista.</p><h3 class="wp-block-heading">6) Monitorar a fauna silvestre</h3><p>Desde 2021, contamos com 12 câmeras de monitoramento e realizamos campanhas sazonais de busca ativa de espécies da fauna silvestre. Neste período identificamos nove espécies vulneráveis ou ameaçadas de extinção, como a onça-parda, a anta e a jaguatirica.</p><h3 class="wp-block-heading">7) Educação ambiental</h3><p>Nossa <strong>Sala Verde</strong> possui um <a href="https://terraluminous.eco.br/socioambiental/ecoeducacao/">programa permanente de educação ambiental</a> para as escolas de Juquitiba, que até julho de 2025 atendeu <strong>3.568</strong> estudantes e educadores da rede pública. São vivências de aprendizado prático com imersão na natureza; formações e material didático e atividades nas escolas.</p><h3 class="wp-block-heading">8) Programa Floresta Limpa</h3><p>Com a instalação de ecopontos para o descarte adequado de resíduos,<a href="https://terraluminous.eco.br/socioambiental/floresta-limpa/"> promovemos desde 2018 a conscientização ambiental entre os moradores locais</a>, evitando a contaminação dos rios e do solo da floresta com o recolhimento de mais de 20 toneladas de resíduos/ano. Em 2024 serão 6 novas unidades construídas e diversas ações de fortalecimento da cadeia dos resíduos, tendo a população envolvida na gestão.</p><h3 class="wp-block-heading">9) Mobilização da comunidade local</h3><p>Trabalhamos pela economia da floresta em pé em Juquitiba, uma área de alta sensibilidade ambiental. Isso inclui acompanhar e influenciar as instâncias públicas, mobilizar a sociedade civil, engajar organizações privadas e promover capacitação para a comunidade local. Nossa atuação levou nosso diretor executivo Glenn Suba a ser convidado a representar o bioma Mata Atlântica na COP 28, principal instância mundial de discussão das mudanças climáticas, agora em dezembro, em Dubai.</p><h3 class="wp-block-heading">10) Regeneração íntima</h3><p><a href="https://terraluminous.eco.br/retiros-e-experiencias/#conteudo">Nosso centro de cursos, vivências e experiências</a> tem foco no turismo de eventos e de natureza, sendo fruto de décadas de pesquisa. As vivências são geridas por um grupo de terapeutas e educadores experientes que vivem em comunidade e escolheram a sustentabilidade e o autoconhecimento como pilares de suas vidas, promovendo a transição humana do ego para o eco!</p>								</div>
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		<title>Festival da Mata Atlântica celebra adesão de Juquitiba e São Lourenço à Grande Reserva Mata Atlântica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Rothen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 18:55:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu aqui]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento ocorreu em Juquitiba (SP) no Dia Nacional da Mata Atlântica (27).&#160; Juquitiba e São Lourenço da Serra prepararam um festival para marcar o Dia Nacional da Mata Atlântica (27/5) e celebrar a mais recente conquista dos defensores da preservação do bioma na região: a adesão dos dois municípios à Grande Reserva Mata Atlântica (GRMA).  [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="640" height="480" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/09/IMG_1306-Medio.jpeg" alt="" class="wp-image-17007" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/09/IMG_1306-Medio.jpeg 640w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/09/IMG_1306-Medio-300x225.jpeg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>



<p><em>Evento ocorreu em Juquitiba (SP) no Dia Nacional da Mata Atlântica (27).&nbsp;</em></p>



<p>Juquitiba e São Lourenço da Serra prepararam um festival para marcar o Dia Nacional da Mata Atlântica (27/5) e celebrar a mais recente conquista dos defensores da preservação do bioma na região: a adesão dos dois municípios à <a href="https://grandereservamataatlantica.com.br/">Grande Reserva Mata Atlântica (GRMA)</a>. </p>



<p>Maior trecho contínuo e preservado do bioma no continente, a Grande Reserva integra uma rede de pessoas, ONGs, empresas e prefeituras de 30 municípios comprometidos com a adoção de medidas de preservação e desenvolvimento sustentável em uma área de mais de 3 milhões de hectares entre o norte de Santa Catarina e as cidades de Juquitiba e São Lourenço da Serra, no limite sul da Região Metropolitana de São Paulo.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Localizados a menos de 50 quilômetros da capital paulista, Juquitiba e São Lourenço da Serra são a principal porta de entrada para a Grande Reserva, da qual compõem uma subdivisão chamada Portal da Mata Atlântica. Em abril, os dois municípios firmaram um compromisso para fortalecer o território da Grande Reserva a partir de uma Carta de Adesão que foi assinada pelos prefeitos.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Com Juquitiba e São Lourenço da Serra chegamos a 30 municípios parceiros da iniciativa, o que representa 50% de todo o território. Isso demonstra um claro interesse destas gestões públicas em busca de uma economia mais sustentável que gere empregos e renda para a população a partir de áreas verdes bem conservadas&#8221;, comenta Ricardo Borges, coordenador da Rede de Portais da Grande Reserva Mata Atlântica em São Paulo.</p>



<p><strong>Bioma ameaçado</strong> &#8211; O <em>1º Festival Portal da Mata Atlântica </em>chamou a atenção da população local para as riquezas naturais deste território e seu potencial para alavancar o desenvolvimento sustentável por meio do turismo de natureza e do &#8220;empreendedorismo em sociobiodiversidade&#8221;, que se baseia em ganhar dinheiro através da floresta em pé. “Trata-se de um dos biomas de maior biodiversidade do planeta, um ecossistema complexo de vegetação exuberante, situado às portas da capital paulista, mas ainda desconhecido da maioria das pessoas”, explica Glenn Suba, diretor do Instituto Terra Luminous, primeira organização do Portal da Mata Atlântica a aderir à Grande Reserva, em 2020.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Ao dar visibilidade para os benefícios fornecidos pela floresta em pé, o evento também pretende conscientizar a população sobre a importância social, econômica e ambiental de preservar o bioma, que é o mais ameaçado do mundo e ainda sofre a pressão da expansão imobiliária da maior metrópole do hemisfério Sul. “O primeiro passo é reconhecer a beleza da região e o valor que ela tem não só para a Região Metropolitana de São Paulo, como fornecedora de água, alimentos e outros serviços ecossistêmicos, mas para o mundo todo, como reguladora do clima e como destino turístico, potencializado por sua natureza conservada”, completa Clio Ribeiro, uma das idealizadoras do evento. </p>



<p><strong>Programação</strong> &#8211; O 1º Festival do Portal da Mata Atlântica foi aberto com um mutirão para revitalizar o Parque Ecológico de Juquitiba. O encontro terá ainda um piquenique colaborativo, exposições, intervenções artísticas, doação de mudas da ameaçada palmeira juçara, e um ciclo de palestras sobre a história, a importância e a vocação turística da Grande Reserva Mata Atlântica.&nbsp;</p>



<p>Também ocorre no evento o lançamento do&nbsp; projeto Revela Portal da Mata Atlântica, do fotógrafo de natureza Du Zapanni. O projeto oferecerá gratuitamente, ao longo do ano, oficinas, palestras, workshops e saídas fotográficas para despertar a sensibilidade e o olhar dos habitantes de Juquitiba e São Lourenço da Serra para as belezas da região, formando novos talentos na arte da fotografia.&nbsp;</p>



<p><strong>Exposições &#8211; </strong>As imagens da Mata Atlântica protagonizam várias atividades durante o evento. Atrações turísticas locais compõem um grande painel fotográfico no centro da praça; as escolas municipais e particulares de Juquitiba e São Lourenço celebraram a Semana da Mata Atlântica com a produção de desenhos e pinturas sobre a biodiversidade. Os trabalhos foram expostos nas janelas de quatro secretarias da administração municipal até o final da Semana do Meio Ambiente, entre 5 e 9 de junho.&nbsp;</p>



<p>Por fim, no Instagram ocorreu desde o início uma exposição fotográfica virtual no canal <a href="https://www.instagram.com/portaldamataatlantica/">@portaldamataatlantica</a>, que constituiu um painel das paisagens e da biodiversidade da região, conforme vistas pelos olhos de toda a comunidade. O instagram do festival pode ser alimentado por qualquer morador ou turista que marque o festival em seus posts pessoais sobre as paisagens, fauna, flora e fungos de Juquitiba e São Lourenço da Serra. </p>



<p>O objetivo é que o Festival do Portal da Mata Atlântica aconteça anualmente, com realização alternada entre Juquitiba e São Lourenço da Serra.</p>



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<div class="wp-block-group has-small-font-size is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>



<p><strong>1º Festival do Portal da Mata Atlântica</strong> </p>



<p>Dia 27/5, das 8h às 18h</p>



<p><em>As atividades ocorreram em dois locais:</em></p>



<p><em>&#8211; Parque Ecológico de Juquitiba, às margens do Rio São Lourenço;&nbsp;</em></p>



<p><em>&#8211; Praça de Esportes e Cultura (PEC), em frente à Rodoviária de Juquitiba, a 800 metros do Parque Ecológico.</em></p>



<p><strong>Das 8h às 12h:</strong></p>



<p><strong>No Parque Ecológico de Juquitiba</strong>:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>mutirão de limpeza das trilhas</li>



<li>mutirão de limpeza do rio São Lourenço</li>



<li>oficina de mandalas feitas com cipó</li>



<li>elaboração e pintura de placas de sinalização das trilhas</li>



<li>confecção de bancos e mesas com árvores caídas</li>



<li>pintura da guarita pela artista plástica local Giulia Carolina</li>
</ul>



<p><strong>No terreno localizado atrás da Polícia Civil:</strong></p>



<p>10h30 às 12h: plantio de mudas de palmeira juçara, doadas pela ONG KKL e pela prefeitura de São Lourenço da Serra</p>



<p><strong>Das 12h às 18h:</strong></p>



<p><strong>Na Praça do PEC:&nbsp;&nbsp;</strong></p>



<p>12h20 &#8211; Dança circular com todos os presentes</p>



<p>12h30 &#8211; Cerimônia de abertura&nbsp;</p>



<p>13h &#8211; Piquenique comunitário (participantes compartilham) e piquenique para crianças (apoio KKL)</p>



<p>13h30 &#8211; Dança tribal</p>



<p>14h &#8211; Ciclo de Palestras&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>O Portal da Mata Atlântica e a Grande Reserva Mata Atlântica, por Glenn Suba</em></li>



<li><em>A força do Ecoturismo, por Lilian Hengleng</em></li>



<li><em>Somos reserva da biosfera!, por Clio Ribeiro</em></li>



<li><em>Nossa herança indígena, por Renata Lacerda Campos</em></li>
</ul>



<p>15h30 &#8211; Lançamento do projeto Revela Portal da Mata Atlântica, por Du Zuppani</p>



<p>16h30 – Canções semi-acústicas, por Olívia e Ian, do Projeto Estática</p>



<p>17h &#8211; Show Rock do Brasil, com Wlad &amp; Wagner</p>



<p><strong>além de:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>exposição de desenhos sobre a Mata Atlântica feitos por estudantes de Juquitiba e São Lourenço da Serra&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>exposição de mandalas em crochê com cipós,&nbsp; da artesã local Elaine Cristina dos Santos</li>



<li>exposição em filme de fotos digitais das paisagens e biodiversidade do Portal da Mata Atlântica</li>
</ul>
</div>
</div>



<p></p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://terraluminous.eco.br/festival-da-mata-atlantica-celebra-adesao-de-juquitiba-e-sao-lourenco-a-grande-reserva-mata-atlantica/">Festival da Mata Atlântica celebra adesão de Juquitiba e São Lourenço à Grande Reserva Mata Atlântica</a> apareceu primeiro em <a href="https://terraluminous.eco.br">Terra Luminous</a>.</p>
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		<item>
		<title>TEDx Fabiana Maia &#8211; Somos o povo que estávamos esperando</title>
		<link>https://terraluminous.eco.br/tedx-fabiana-maia-somos-o-povo-que-estavamos-esperando/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Terra Luminous]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Aug 2023 20:06:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecovila]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Regenerativa]]></category>
		<category><![CDATA[mundo novo]]></category>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-27-at-13.39.44-1-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-16256" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-27-at-13.39.44-1-1024x1024.jpeg 1024w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-27-at-13.39.44-1-300x300.jpeg 300w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-27-at-13.39.44-1-150x150.jpeg 150w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-27-at-13.39.44-1-768x768.jpeg 768w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-27-at-13.39.44-1.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Somos o povo que estávamos esperando  | Fabi Maia | TEDxPinheiros" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/1-Z_AC0ElZE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">Fabi Maia foi convidada para trazer sua visão de futuro no TEDx Talk Pinheiros em 2019. Confira como a Cultura Regenerativa tem influenciado os residentes do Instituto Terra Luminous a criarem uma realidade mais colaborativa, integrada a natureza e com novos códigos relacionais.</figcaption></figure>
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		<title>Os benefícios da Florestaterapia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Terra Luminous]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2022 20:50:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores do ITL estudam os benefícios da Florestaterapia Pesquisadores do CPMAMA realizaram estudo para saber os efeitos da Florestaterapia na saúde e no bem-estar humano. Em parceria com a Escola Paulista de Medicina e o Núcleo de Assistência à Saúde do Trabalhador da Unifesp, Rafael Oliveira e Marcos Xavier realizaram sete encontros com um mesmo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Pesquisadores do ITL estudam os benefícios da Florestaterapia</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-11625 size-full" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/Florestaterapia.png" alt="" width="715" height="374" srcset="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/Florestaterapia.png 715w, https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/Florestaterapia-300x157.png 300w" sizes="(max-width: 715px) 100vw, 715px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pesquisadores do CPMAMA realizaram estudo para saber os efeitos da Florestaterapia na saúde e no bem-estar humano. Em parceria com a Escola Paulista de Medicina e o Núcleo de Assistência à Saúde do Trabalhador da Unifesp, Rafael Oliveira e Marcos Xavier realizaram sete encontros com um mesmo grupo de voluntários, durante seis semanas, em três ambientes: A floresta do ITL (Juquitiba), o Parque do Ibirapuera (São Paulo) e um terraço verde ao lado do Hospital Universitário (São Paulo). Constataram que o contato orientado e frequente com a natureza é benéfico para quem pratica e para a natureza. </span><span style="font-weight: 400;">O projeto, chamado Conexão-Natureza, foi fruto da conclusão da Especialização em Teoria e Técnicas para Cuidados Integrativos da Unifesp. O Banho de Floresta é realizado desde 2020 de forma orientada no ITL, com vivências de um dia ou de final de semana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foram aplicados questionários antes, durante e depois do percurso de vivências, usando dois índices cientificamente comprovados: a Escala de Conexão com a Natureza e o Índice de Bem-Estar da OMS. Foi observado que o percurso de vivências orientadas possibilitou aos praticantes uma maior conexão consigo e com o ambiente e autoperceber melhorias no seu bem-estar. Constatou-se também que a Florestaterapia, mesmo que realizada em um pequeno espaço com pouca diversidade, como foi o caso do terraço, facilitou a atenção plena dos praticantes, integrando-os aos elementos naturais ao seu redor, despertando a sensação de pertencimento e ampliando sua consciência para a interrelação com a natureza, sendo capaz de trazer benefícios para a saúde do praticante e para o cuidado com o meio-ambiente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acesse aqui um pequeno vídeo com depoimentos dos participantes do projeto Conexão-Natureza:</span></p>
<p><div style="width: 800px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-11554-1" width="800" height="450" poster="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/06/FlorestaKiCura.png" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/Depoimentos-Florestaterapia.mp4?_=1" /><a href="https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/Depoimentos-Florestaterapia.mp4">https://terraluminous.eco.br/wp-content/uploads/2022/11/Depoimentos-Florestaterapia.mp4</a></video></div></p>
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		<title>Governança e Não Violência: eu tenho um sonho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Terra Luminous]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2018 21:55:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecovila]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Vivências e Terapias]]></category>
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		<category><![CDATA[Governança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Democracia-capitalista é um sistema falido. Nenhuma novidade. Uma governança baseada em valores como: consumo, acúmulo de capital e status e no princípio de “quem ganha é a maioria”. Assim, vivemos num mundo com decisões tomadas por votações em que há, invariavelmente, ganhadores e perdedores. &#8220;O perdedor de hoje pode ser o ganhador de amanhã.” Essa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Democracia-capitalista é um sistema falido. Nenhuma novidade. Uma governança baseada em valores como: consumo, acúmulo de capital e status e no princípio de “quem ganha é a maioria”.</p>
<p>Assim, vivemos num mundo com decisões tomadas por votações em que há, invariavelmente, ganhadores e perdedores. &#8220;O perdedor de hoje pode ser o ganhador de amanhã.” Essa é uma das linhas de código desse sistema social. Um combustível que alimenta a crença que está no ar e que respiramos nesse mundo tóxico. E nessa toada, as pessoas vão se contentando com a dinâmica perversa e violenta, acreditando que só pode existir essa forma de nos organizarmos socialmente.</p>
<p>Oh!</p>
<p>Acontece que a médio-longo prazo o placar desse jogo ganha X perde – perde X ganha será sempre perde X perde. Ou seja, absolutamente insustentável. É esse castelo de cartas que está desmoronando à nossa frente no cenário político, orquestrado possivelmente por um outro grupo, ou outra camada da matrix que manipula as marionetes do plano visível aos reles mortais.</p>
<p>Mas&#8230; as camadas estão se desfazendo, uma a uma e a verdade parece desvairada, faminta e decidida a imperar. Vejo isso acontecendo com velocidade no campo dos relacionamentos interpessoais também . Tudo o que é verdadeiro, que está sendo sentindo, vivenciado em sintonia com o plano das necessidades humanas e universais, emerge, floresce, frutifica.</p>
<p>Um mundo tangível de relações ganha-ganha, plenas de autenticidade e consideração, verdade e cuidado, presença e escuta com real espaço para a cocriação, está sendo tecido nesse momento. E como cuidar sistemicamente dessa nova rede planetária que comunga de valores como propósito, sentido, amor incondicional, liberdade, empatia, colaboração, diálogo, desapego, autoconhecimento e presença?</p>
<p>Há um banquete de plataformas super interessantes no cardápio &#8220;novo mundo&#8221;. O sistema de governança que me pareceu até agora o mais assertivo e vibrando na mesma frequência desse ganha-ganha é a Sociocracia 3.0, aplicada junto com os princípios das organizações bio-inspiradas e da não-violência, com as várias ferramentas para a evolução relacional disponíveis (sendo CNV a fonte).</p>
<p>O Terra Luminous é nosso laboratório vivo, uma célula experimental desse mundo que queremos viver e, portanto, precisamos criar. Temos aprendido que viver numa comunidade e organização sociocráticas (ou à caminho de), experimentando uma dinâmica de vida que equilibra a equivalência de todas as vozes com a efetividade que uma vida em crescimento pede, requer uma boa dose de desapego do controle e da ordem e assim, dançar no fluxo caórdico é o que resta. Muitos dragões entram em cena. Nossa criança ferida, com nosso algoz interno, mais todas as vozes dos pais, tios e avós ecoando em nossas cabeças&#8230; sobre o que é sucesso, realização, prosperidade, amor&#8230;</p>
<p>Sonho que logo menos a polis seja governada por princípios sociocráticos e por seres humanos livres, amorosos e conectados com a sabedoria da natureza.</p>
<p>Não é mais preciso ter perdedores. Primeiro precisamos urgentemente elevar a consciência de nossos líderes. Como o acúmulo de capital e status deixarão de ser cultuados em breve, surge uma classe de pessoas que se interessam pelo poder para realizarem seu propósito de serem agentes da transformação. Imagine um mundo em que lideranças guiam processos coletivos de tomada de decisão buscando ativar a inteligência coletiva em prol de todos, cria as condições para que todos recebam a escuta desejada, todos se sentirem pertencentes e corresponsáveis pelo que é edificado nesse sistema. A dialética opressor X oprimido será descrita nos livros de história.</p>
<p>Hora de se descontruir, se reunir, focar no mundo novo que queremos viver e mãos à obra para construí-lo!</p>
<p>Escrito por <a href="https://www.facebook.com/FabiBMaia">Fabiana Maia</a>.</p>
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		<title>Voe sobre o Terra Luminous e a floresta que o abraça!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Terra Luminous]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2017 19:19:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecovila]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Retiros & Experiências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este vídeo produzido por Ric Johnnie mostra o Terra Luminous do céu e a mata exuberante que o cerca. A música é de Pierre Stocker e foi feita em homenagem ao local.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este vídeo produzido por Ric Johnnie mostra o Terra Luminous do céu e a mata exuberante que o cerca. A música é de Pierre Stocker e foi feita em homenagem ao local.</p>
<p><iframe title="ClipTerra Luminous - Drone" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/fAD1zyq3GEM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Conexões Sustentáveis na Liderança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Terra Luminous]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2017 22:12:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Retiros & Experiências]]></category>
		<category><![CDATA[Vivências e Terapias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há alguns milhares de anos surgiu o Homo-Sapiens. Dominou o planeta ao sair de sua frágil condição física e assumiu o topo do ranking da cadeia alimentar com seu poder mental. Aqueles que eram mais inteligentes, dotados de maior capacidade analítica, estratégica e avaliativa, mais dominavam outros reinos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>[av_textblock size=&#8221; font_color=&#8221; color=&#8221;]<br />
<b>por Fabi Maia</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há alguns milhares de anos surgiu o Homo-Sapiens. Dominou o planeta ao sair de sua frágil condição física e assumiu o topo do ranking da cadeia alimentar com seu poder mental. Aqueles que eram mais inteligentes, dotados de maior capacidade analítica, estratégica e avaliativa, mais dominavam outros reinos (o vegetal e o mineral), outras espécies e mesmo outros “homens-sabidos”. E aqui estamos nós: dominadores ameaçados no oceano dos conflitos. Conflitos com familiares, com vizinhos, colegas de trabalho, com sistemas sociais inteiros e conflitos conosco mesmos. A sapiência que desenvolvemos parece não nos servir muito para irmos além deste pântano escuro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em meados do século passado uma série de pesquisadores começou a falar de outras inteligências, como a emocional, a relacional, a espiritual e a social. Um espaço se abriu para fortalecermos uma musculatura até então atrofiada: a conexão empática, possível somente quando se está disponível para uma experiência de transcender o hábito de ter razão em todas as discussões, conversas, debates e reuniões. De repente, ter razão e ser o vencedor daquela disputa racional, perde todo o sentido; deixa de ser o foco ou o objetivo, pois começamos a perceber que estávamos gastando tanta energia nesse jogo de ganha-perde, de dominado-dominador, com resultados cada vez mais empobrecidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O jogo do ganha-ganha passa a ser aquele em que cuido de mim, falando as verdades que estão mais vivas dentro de mim, ao mesmo tempo em que confio que posso abrir espaço para o(s) outro(s) também serem cuidados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui está a quebra de paradigma&#8230; da forma mais concreta, visível e possível!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até então havia uma configuração dualista em que era fácil localizar um ganhador e um perdedor. Para sentir alívio da pressão interna, despejo minhas verdades e o outro que trate de ver o que faz com a bomba que explodiu no seu colo ou, de forma contrária, engulo os incômodos para não  “machucar” o outro e gerar um novo incômodo, o famoso “deixa para lá”. Sempre há alguém violentado e alguém violentador nesse modelo. Beco sem saída!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao abrir mão de ter razão e tentar convencer os envolvidos na cena de quem está certo (eu) e quem está errado (o outro, é claro) busco me conectar com o que está vivo ali. Pesquiso os sentimentos que como a fumaça em uma fogueira anunciam que ali tem fogo, ou seja, necessidades atendidas ou não atendidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando revelo que as necessidades e a verdade que sinto dentro de mim não encontram espaço ou caminhos para se expressarem, legitimo a vida e não há mais sentido em recorrer ao hábito limitador de fazer avaliações, diagnósticos e julgamentos que tanto me afastam do outro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Parece um passe de mágica como é possível sentir na frequência do batimento cardíaco, na pressão arterial, na respiração. Uma calma e um alinhamento vão surgindo ao reconhecer minha humanidade compartilhada com a humanidade do outro que tem necessidades como as minhas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nessa abordagem, nosso foco se dirige mais àquilo que nos liga aos outros, àquilo que é humano e universal e, portanto, compartilhado com todos os seres humanos, do que com aquilo que nos torna diferentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cabe a nós agora nos matricularmos na escola de educação emocional, pois há um “treino” necessário já que parecemos tão distantes de “escutar” e poder expressar nossas necessidades, e ainda tão longe de nos conectarmos com aquelas necessidades de nossos interlocutores. Dessa forma, sentimentos de medo, raiva e tristeza imperam nas relações. Fugimos dos conflitos, ou queremos acabar logo com eles, por profunda incompetência relacional. Transcendemos esse padrão quando aprendemos a apreciar o conflito como uma manifestação de que há vida querendo ser renovada nas relações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não escutar com empatia o outro pode ser violento, interromper enquanto o outro fala também. Não valorizar suas necessidades e ceder para o desejo do grupo, pode também ser uma autoviolentação, mesmo que a forma de se comunicar seja doce. Não se trata da violência que se lê nos jornais, mas sim da ausência (ou carência) de apreciação e gratidão que presenciamos na atmosfera empresarial, assim como na familiar e de outros campos da vida.</span></p>
<blockquote><p><b><i>“A solução de conflitos começa quando são eliminados da linguagem julgamentos e acusações. Muitas vezes, nas chamadas resoluções diplomáticas de conflitos, não são tratadas as fontes da agressão. A raiz da violência, e não do conflito, está na expressão trágica de uma necessidade humana não atendida.”   </i></b><i><span style="font-weight: 400;">(Dominic Barter)</span></i></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa visão de mundo, que chamamos de Conexões Sustentáveis é baseada na Comunicação Não-Violenta (CNV), pesquisa contínua sistematizada pelo psicólogo norte-americano Marshall Rosenberg no início dos anos 70. A CNV abala os alicerces que vêm sustentando (ainda que sem sustentabilidade) há milênios nossa civilização. A lógica de punição existente em quase todos os sistemas sociais, e visível nos ambientes organizacionais, é colocada em cheque. O pressuposto que se eu punir alguém que cometeu um erro ou violou uma regra, estarei assim ensinando a ele (e ao grupo) uma lição que vai levá-lo a corrigir o seu comportamento, vem se mostrando ineficiente, já que a corrupção corporativa, a depressão, o absenteísmo, a queda de engajamento e o estresse só parecem aumentar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Comunicação Não-Violenta mudou a minha forma de ver e estruturar o feedback que chamamos de redirecionamento (o que outros chamam de “negativo”). Quantas vezes a pessoa que recebe esse feedback sai da sala como se tivesse ficado de recuperação na escola, com a sensação de que está errada e o “chefe” está certo. E o “chefe” se enche da ilusão de que deu um feedback claro e que deve produzir o efeito que ele deseja. Se em alguns meses não há a mudança esperada, está comprovado que o subordinado é um incompetente mesmo. Será?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se, como líder, sou capaz de me vulnerabilizar e compartilhar poder, fortaleço a conexão entre meus subordinados, clientes, pares e chefes e posso assim, cocriar com eles as bases para mudanças consistentes e sustentáveis. Percebo que caso um desligamento ou uma ruptura contratual ocorra no final desse processo, a qualidade da relação, pelo fato de a pessoa ter sentido que tinha escolhas e que suas necessidades foram ouvidas, irá sustentar a confiança e a gratidão, mesmo depois da saída.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A empatia é uma chave importante nesse processo. Ao esvaziar a mente de julgamentos e OUVIR com toda presença, atenção e abertura, para poder reconhecer as necessidades e sentimentos do outro, surge a empatia. Não é preciso concordar, nem discordar quando o objetivo é fortalecer a conexão.</span></p>
<blockquote><p><b><i>“A empatia é a compreensão respeitosa do que os outros estão vivendo.” </i></b><i><span style="font-weight: 400;">Marshall Rosenberg</span></i></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas das estruturas corporativas estão organizadas de forma a produzir uma dinâmica que não promove a parceria e a eficiência de comunicação. Vemos que as possibilidades, e aqui estamos falando de escolhas, foram tiradas dos indivíduos, pela valorização de uma visão de liderança que precisa orientar, comandar, controlar. No corre-corre empresarial, há uma carência latente de tempo para fortalecer as conexões, identificar o que cada pessoa está fazendo e sentindo, qual é seu engajamento às tarefas, quais os contratos grupais, etc. O foco no resultado vem matando o foco no processo e nas relações, e essa discussão parece tocar na raiz da era de transformações que estamos vivendo &#8212; querendo ou não.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Comunicação Não-Violenta serve para que a “autoresponsabilização” pelas escolhas e suas consequências seja experimentada em sua plenitude. Como humanidade, assumimos a responsabilidade pelas atitudes de exploração dos recursos naturais que nos últimos séculos levou nosso planeta à situação de desequilíbrio que hoje se encontra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda que o vitimismo tenha se enraizado há milênios, especialmente na cultura ocidental, urge a necessidade de cada indivíduo assumir o papel de protagonista da cena de sua vida e se responsabilizar pelas consequências de suas escolhas, “empoderando-se”. Só assim, seremos capazes de empoderar os que nos cercam.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sustentabilidade de uma liderança, de alguém que escolheu trilhar um caminho de se destacar no cuidado com pessoas, equipes e negócios me parece estar cada vez mais associada à capacidade de se conectar empaticamente com sua complexa rede de relacionamentos do que com sua brilhante inteligência analítica, técnica e decisória. Essa inteligência já conhecemos e não a perderemos. Mas ela só não está nos tornando mais felizes como pessoas, líderes, grupos, como civilização!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem surge agora é o homo-empathicus, o homo-luminous ou homo-pacem. Quem sabe poderemos substituir o lema cartesiano que vem nos definindo como espécie: “penso, logo existo” , por “escuto, sinto e conecto, logo existo”??</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Fabiana Bandeira Maia, 2012</span><br />
[/av_textblock]</p>
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